Estratégias para retirada de vasopressores na terapia intensiva cardiovascular.

Autores

  • José Fábio Possidonio Ferreira Faculdade ZARNS de Medicina
  • Natalia Aguiar de Castro Souza Faculdade ZARNS de Medicina
  • Maria Gabriela Menezes Leal Faculdade ZARNS de Medicina
  • Victor Guimarães Espinola Ramos Faculdade ZARNS de Medicina
  • Marcus Vinicius Texeira Bastos Faculdade ZARNS de Medicina
  • Rafael Rodrigues Gomes Uzêda Faculdade ZARNS de Medicina
  • Antônio Gabriel Ferreira da Silva Faculdade ZARNS de Medicina
  • Erica de Souza Castro
  • Anna Carolina Portugal Guimarães Barbosa Faculdade Zarns - Medicina FTC
  • Caetano Icó da Silva Neto Faculdade ZARNS de Medicina
  • Marina Caffé Almeida Moraes Faculdade Zarns - Medicina FTC
  • Leticia Morais Brito Faculdade ZARNS de Medicina
  • Ana Carolina da Silva Pires Faculdade Zarns - Medicina FTC

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n8p656-675

Palavras-chave:

Vasopressores, Choque, Unidades de Terapia Intensiva, Monitorização Hemodinâmica, Retirada de Medicamentos

Resumo

Introdução: A retirada de vasopressores representa etapa desafiadora na terapia intensiva cardiovascular, devido à necessidade de equilibrar recuperação hemodinâmica, segurança clínica e redução de complicações associadas ao uso prolongado dessas terapias. Objetivo: Analisar criticamente as estratégias de desmame de vasopressores em pacientes críticos cardiovasculares, considerando critérios fisiológicos, protocolos, fatores relacionados ao sucesso e lacunas científicas. Metodologia: Revisão narrativa da literatura realizada em bases científicas, incluindo estudos originais e revisionais publicados entre 2021 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, utilizando descritores DeCS/MeSH relacionados a vasopressores, choque, terapia intensiva e monitorização hemodinâmica. Resultados: As evidências demonstram ausência de consenso sobre critérios ideais para início do desmame, sequência de retirada das drogas e protocolos padronizados. A estabilidade hemodinâmica, avaliação da perfusão tecidual, lactato, débito cardíaco e monitorização multimodal apresentam papel fundamental. Estratégias envolvendo noradrenalina, vasopressina e redução progressiva permanecem controversas, enquanto fatores como vasoplegia persistente, disfunção ventricular e choque não resolvido aumentam risco de falha. Novos métodos de monitorização e protocolos individualizados representam perspectivas futuras. Considerações finais: O desmame de vasopressores exige abordagem personalizada, baseada na integração fisiológica e clínica. Estudos multicêntricos são necessários para estabelecer recomendações mais consistentes.

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Publicado

2026-08-14

Como Citar

Possidonio Ferreira, J. F., Aguiar de Castro Souza, N., Menezes Leal, M. G., Guimarães Espinola Ramos, V., Texeira Bastos, M. V., Rodrigues Gomes Uzêda, R., Ferreira da Silva, A. G., de Souza Castro, E., Portugal Guimarães Barbosa, A. C., Icó da Silva Neto, C., Caffé Almeida Moraes, M., Morais Brito, L., & da Silva Pires, A. C. (2026). Estratégias para retirada de vasopressores na terapia intensiva cardiovascular. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 8(8), 656–675. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n8p656-675