MENINGITE: SINAIS, SINTOMAS E SUAS FORMAS DE DISSEMINAÇÃO DA DOENÇA

Autores

  • Erick Jeppesen Souto Universidade do Grande Rio-Afya Unidade Duque de Caxias
  • Gabryela Borges Morais Centro Universitário Tocantinense Presidente Antônio Carlos
  • Ana Paula Santos de Oliveira Bastos Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - (ITPAC - Porto Nacional)
  • Jussara Fresta de Moura Faculdade Souza Marques
  • Leonardo Amaral de Almeida Melo Instituto Tocantinense presidente Antônio Carlos (ITPAC – Porto)
  • Andressa Napola Tavares Martins Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida / Afya (FESAR/Afya)
  • Eloina Hadigyna Leite Sousa Campelo Universidade Federal do Piauí - UFPI
  • Juliana Oliveira dos Santos AFYA Faculdade de ciências médicas / ITPAC Palmas
  • Gabriela Sarmento de Mendonça Pinto Universidade do Grande Rio/Afya Unidade Barra da Tijuca
  • Rafael Leituga de Carvalho Cavalcante Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS
  • Eduardo Amaral de Almeida Melo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos (ITPAC PORTO)
  • Leonardo Adalto Lopes de Almeida Universidade do Grande Rio/ AFYA Unidade De Duque de Caxias
  • Matheus Ferreira da Silva Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - (ITPAC - Porto Nacional)
  • Victor Gomes Nogueira IDOMED CITTÁ( Estácio de Sá Cittá América ) - UNESA.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n2p1050-1058

Palavras-chave:

Meningite, sinais, sintomas, transmissão, diagnóstico, tratamento, prevenção, agente etiológico, microbiologia, saúde pública.

Resumo

A meningite, uma inflamação das membranas que envolvem o sistema nervoso central (SNC), apresenta uma gama de sintomas e formas de evolução, sendo classificada como aguda, subaguda ou crônica. O meningococo, entre outros micro-organismos, destaca-se como agente principal, exigindo uma compreensão profunda de seus sintomas para um diagnóstico precoce e tratamento eficaz. O reconhecimento dos sinais clínicos, como febre, cefaléia, náuseas e rigidez na nuca, é crucial, assim como a realização de exames laboratoriais, como a análise do líquido cefalorraquidiano. A metodologia adotada neste estudo, uma revisão integrativa da literatura, proporcionou uma análise abrangente dos sinais, sintomas e métodos de disseminação da meningite. A estratégia PICo foi empregada para formulação da pergunta norteadora, direcionando a busca nas bases de dados específicas, resultando na seleção criteriosa de artigos relevantes. A análise minuciosa dos trabalhos selecionados destacou a importância da conscientização e prevenção, especialmente através da vacinação, para mitigar os impactos da doença. Os resultados revelaram que a meningite pode ser transmitida de diversas formas, inclusive por portadores assintomáticos do meningococo. A manifestação clínica varia conforme a idade e o estágio da doença, exigindo atenção especial para sintomas inespecíficos em lactentes. O tratamento adequado depende da identificação do agente causador, sendo necessário evitar a prescrição indiscriminada de antibióticos e antivirais, o que pode contribuir para resistência antimicrobiana e aumentar os custos do tratamento. Em síntese, este estudo ressalta a importância da educação pública, do diagnóstico precoce e do tratamento eficaz na gestão da meningite. A colaboração entre profissionais de saúde, governos e sociedade civil é essencial para implementar medidas preventivas e garantir melhores resultados clínicos. O conhecimento detalhado dos sinais e sintomas da doença é crucial para evitar desfechos adversos e reduzir o impacto dessa condição grave na saúde pública.

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Publicado

2024-02-11

Como Citar

Souto , E. J., Morais , G. B., Bastos , A. P. S. de O., Moura , J. F. de, Melo , L. A. de A., Martins , A. N. T., Campelo , E. H. L. S., Santos , J. O. dos, Pinto , G. S. de M., Cavalcante , R. L. de C., Melo , E. A. de A., Almeida , L. A. L. de, Silva , M. F. da, & Nogueira , V. G. (2024). MENINGITE: SINAIS, SINTOMAS E SUAS FORMAS DE DISSEMINAÇÃO DA DOENÇA. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(2), 1050–1058. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n2p1050-1058

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Artigo Original