O Manejo dos Pacientes com Carcinoma de Células Escamosas do Esôfago

Autores

  • Leonardo Takashy Sakashita Centro Universitário Lusíada - UNILUS https://orcid.org/0009-0009-4417-1681
  • Pedro Augusto Barbosa Silva Universidade Federal de Jataí - UFJ
  • Giulia Carvalho de Oliveira Pontifícia Universidade Católica de Campinas
  • Karoline Perazzoli Alberti Alto Vale do Rio do Peixe - Uniarp
  • João Vitor Pinheiro Lopes Graduado na Universidade São Francisco – USF https://orcid.org/0009-0000-8296-1232
  • Yuri Oliveira Mariano Graduado na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
  • Thalita Scott Borges Busin Universidade de Caxias do Sul

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n10p523-530

Palavras-chave:

Carcinoma de Células Escamosas do Esôfago, Terapia, Manejo

Resumo

INTRODUÇÃO: O câncer de esôfago é um câncer bastante prevalente e com mortalidade significativa. Por volta de 95% dessas neoplasias são pelo carcinoma de células escamosas (CCE) e adenocarcinoma esofágico. OBJETIVO: Analisar o manejo dos pacientes com carcinoma de células escamosas do esôfago. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 3 anos, do período de 2022 a 2025. O site utilizado para a pesquisa foi a Biblioteca Virtual em Saúde, usando a LILACS Plus com  a base de dados da Medline, LILACS e BRISA/RedTESA . Os descritores em ciências da saúde (DECS) que foram utilizados: "Carcinoma de Células Escamosas do Esôfago" "terapia". Foram encontrados 11 artigos, sendo eles analisados conforme os critérios de inclusão e exclusão. Além disso, foi utilizado um documento de gastroenterologia. RESULTADOS E DISCUSSÃO: O manejo dos casos da CCE depende do grau de comprometimento neoplásico, analisando a extensão do tumor, comprometimento linfonodal e metástase a distância. Nos estágios T1 com acometimento até a submucosa o tratamento é feito pela remoção endoscópica, tendo bom prognóstico e chances de cura. Nos estágios mais avançados, com acometimento linfonodal e com metástase, normalmente, usa-se terapias multimodais, como no caso da quimiorradioterapia, por apresentar uma melhora do prognóstico. Há estudos que vêm sendo realizados com novos fármacos para se usar combinado com a quimioterapia ou na radioterapia que vem se observando uma melhora da radiossensibilidade e da apoptose das células. CONCLUSÃO: Nessa perspectiva, nota-se que o manejo é realizado a depender do grau, tendo um melhor prognóstico nos estágios iniciais.

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Referências

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Publicado

2025-10-09

Como Citar

Sakashita, L. T., SILVA, P. A. B., Oliveira, G. C. de, Alberti, K. P., Lopes, J. V. P., Mariano, Y. O., & Busin, T. S. B. (2025). O Manejo dos Pacientes com Carcinoma de Células Escamosas do Esôfago. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(10), 523–530. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n10p523-530