Comparação entre Cirurgia Laparoscópica e Aberta na Colecistectomia para Colelitíase Complicada

Autores

  • Daniela Bruna Martins Abreu Universidade Federal de Goiás
  • Nilson Afonso da Silva Júnior Universidade de Gurupi
  • Bianca Dantas Vieira Universidade Federal de Goiás
  • Lucas Lourencio Borges Centro Universitário de Mineiros
  • Tainara Sena Baleeiro Faculdade Alfredo Nasser
  • Luiz Fernando Nogueira Salomão Universidade Evangélica de Goiás
  • Aline Moreira Moraes Universidade de Rio Verde
  • Julia Lisboa Mendes Xavier Universidade Federal de Jataí
  • Iago Akel de Faria Universidade de Rio Verde
  • Mariná Campos Terra Universidade de Rio Verde
  • Helena Maria Mendes Marques Centro Universitário Atenas
  • Isadora Coelho Matos Hospital Geral de Goiânia

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n10p377-388

Palavras-chave:

Colecistectomia Laparoscópica, Colecistectomia, Colelitíase.

Resumo

A colecistectomia, seja por via laparoscópica ou aberta, é o tratamento padrão para colelitíase complicada. A cirurgia laparoscópica tem ganhado popularidade devido aos seus benefícios, como menor tempo de recuperação e redução da dor pós-operatória. Este artigo tem por objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura médica vigente, seguindo as diretrizes PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), para identificar a eficácia e segurança da cirurgia laparoscópica em comparação com a cirurgia aberta na colecistectomia para colelitíase complicada. A pesquisa foi conduzida nas bases de dados PubMed, Cochrane, LILACS e SciELO, abrangendo os últimos cinco anos (2018-2023). A estratégia de busca incluiu termos “Laparoscopic Cholecystectomy”, “Cholecystectomy” e “Cholelithiasis”, sendo selecionado 5 estudos para compor a revisão sistemática. Os resultados obtidos demonstraram que a cirurgia laparoscópica é associada a uma menor taxa de complicações pós-operatórias, menor tempo de hospitalização e recuperação mais rápida em comparação com a cirurgia aberta. No entanto, a cirurgia aberta ainda é preferida em casos de anatomia complexa ou complicações graves. Concluiu-se que a cirurgia laparoscópica é uma opção segura e eficaz para a maioria dos casos de colelitíase complicada, proporcionando benefícios significativos em termos de recuperação e qualidade de vida dos pacientes.

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Biografia do Autor

Daniela Bruna Martins Abreu, Universidade Federal de Goiás

Médica pela Universidade Federal de Goiás.

Nilson Afonso da Silva Júnior, Universidade de Gurupi

Médico pela Universidade de Gurupi.

Bianca Dantas Vieira, Universidade Federal de Goiás

Médica pela Universidade Federal de Goiás.

Lucas Lourencio Borges, Centro Universitário de Mineiros

Médico pelo Centro Universitário de Mineiros.

Tainara Sena Baleeiro, Faculdade Alfredo Nasser

Médica pela Faculdade Alfredo Nasser.

Luiz Fernando Nogueira Salomão, Universidade Evangélica de Goiás

Médico pela Universidade Evangélica de Goiás.

Aline Moreira Moraes, Universidade de Rio Verde

Acadêmica em Medicina pela Universidade de Rio Verde.

Julia Lisboa Mendes Xavier, Universidade Federal de Jataí

Médica pela Universidade Federal de Jataí.

Iago Akel de Faria, Universidade de Rio Verde

Médico pela Universidade de Rio Verde. Residente em Clínica Médica.

Mariná Campos Terra, Universidade de Rio Verde

Médica pela Universidade de Rio Verde.

Helena Maria Mendes Marques , Centro Universitário Atenas

Médica pelo Centro Universitário Atenas.

Isadora Coelho Matos, Hospital Geral de Goiânia

Médica Especialista em Clínica Médica pelo Hospital Geral de Goiânia.

Referências

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Publicado

2024-10-04

Como Citar

Martins Abreu, D. B., Afonso da Silva Júnior, N., Dantas Vieira, B., Lourencio Borges, L., Sena Baleeiro, T., Nogueira Salomão, L. F., Moreira Moraes, A., Lisboa Mendes Xavier, J., Akel de Faria, I., Campos Terra, M., Mendes Marques , H. M., & Coelho Matos, I. (2024). Comparação entre Cirurgia Laparoscópica e Aberta na Colecistectomia para Colelitíase Complicada. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(10), 377–388. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n10p377-388