Escassez de neurologistas na Amazônia brasileira.

Autores

  • Bruno Lopes dos Santos-Lobato Professor Adjunto da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará. Docente do Programa de Pós-Graduação em Oncologia e Clínica Médica da Universidade Federal do Pará. https://orcid.org/0000-0001-9321-5710
  • Octávio Marques Pontes-Neto Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-0317-843X

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2020v2n6p12-18

Palavras-chave:

Medicina, Cuidados em saúde, Neurologia, Amazonia

Resumo

O Brasil é um país emergente com crescente desenvolvimento econômico nos últimos 20 anos e com a sétima economia mais rica do mundo. No entanto, o ranking do Brasil no Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas (79ª posição, com base em dados de 2014) é paradoxalmente baixo em comparação com seu status econômico. As dimensões continentais do Brasil ampliam as desigualdades entre suas regiões, e a Amazônia é a área menos desenvolvida do país. Neste artigo, discutimos algumas das razões para a escassez de neurologistas na Amazônia brasileira. Além disso, discutimos possíveis novas estratégias para diminuir essas desigualdades em saúde pública em um futuro próximo.

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Referências

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OS AUTORES DECLARAM NÃO HAVER CONFLITOS DE INTERESSE / THE AUTHORS DECLARE NO CONFLICTS OF INTEREST

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Publicado

2020-06-27

Como Citar

dos Santos-Lobato, B. L. ., & Pontes-Neto, O. M. . (2020). Escassez de neurologistas na Amazônia brasileira. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2(6), 12–18. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2020v2n6p12-18

Edição

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