Neoplasia maligna de pâncreas: taxa de mortalidade e perfil epidemiológico no Brasil entre 2018 e 2022

Autores

  • Cleidiana Alves de Brito 1Médica pela Faculdade Unifranz Tomayo
  • Andreza Ossani 2Nutricionista pela Universidade de Passo Fundo
  • Mila Maia Martins Acadêmica de Medicina pela FACID Idomed
  • Weslley Barbosa Maia Acadêmico de Medicina pela CEUMA
  • Kauann Lopes Soares Acadêmico de Medicina pela Universidad Maria Auxiliadora
  • Maria Eduarda Barbosa de Souza Médica pela Universidade de Pernambuco
  • Gabriel Rocha Pinon Teixeira de Araújo Acadêmico de Medicina pela Universidade Católica de Pernambuco.
  • Walquiria da Silva Pedra Parreira Acadêmica de Medicina pelo Centro Universitário de Valença.
  • Radijames de Jesus Silva Ribeiro Acadêmica de Enfermagem pela Universidade CEUMA
  • Rafael Lucas Santos Oliveira Gomes Acadêmico de Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Rodrigo da Silva Bezerra Fisioterapeuta pelo Centro Universitário Maurício de Nassau
  • Rodrigo Daniel Zanoni Mestre em Saúde Coletiva pela Faculdade São Leopoldo Mandic Campinas.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p1186-1195

Palavras-chave:

Epidemiologia, Neoplasias Pancreáticas, Mortalidade

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar a epidemiologia das internações e a taxa de mortalidade por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil, nos últimos cinco anos, com base em dados secundários disponíveis no banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem documental, através de dados secundários coletados no DATASUS. No período analisado, foram registradas 68.693 internações por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil. Conclui-se que a densidade populacional, condições socioeconômicas e acesso a centros médicos avançados influenciaram essa distribuição. Avanços notáveis foram feitos, incluindo a identificação de fatores de risco como tabagismo e obesidade, e a associação com problemas de glicose e diabetes como indicadores precoces.  

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Referências

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Publicado

2024-01-16

Como Citar

Alves de Brito, C., Ossani, A., Maia Martins , M., Barbosa Maia, W., Lopes Soares , K., Barbosa de Souza, M. E., Rocha Pinon Teixeira de Araújo, G., da Silva Pedra Parreira , W., de Jesus Silva Ribeiro, R., Lucas Santos Oliveira Gomes, R., da Silva Bezerra, R., & Daniel Zanoni, R. (2024). Neoplasia maligna de pâncreas: taxa de mortalidade e perfil epidemiológico no Brasil entre 2018 e 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(1), 1186–1195. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p1186-1195

Edição

Seção

Artigo Original