A prática da Medicina de Família e Comunidade no Brasil: contexto e perspectivas

Authors

  • Julia Cambraia de Souza Brissac Faculdade de Medicina de Itajubá
  • Kellen da Rocha Bernaça UniRedentor
  • Maria Eduarda Gomides Campos Vieira UniRedentor
  • Aline Martins Moreira UNIGRANRIO
  • Júlio Alexandre Gemente Lozano Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP)
  • Denise Nogueira Chaves Faculdade de Ciências Médicas Itabuna/Ba
  • Washington Wallace Souza Lins Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos - Humanitas
  • Geovane Souza Pereira Hospital Universitário Getúlio Vargas
  • Pablo Augusto Araujo Silva Universidade Federal de Uberlândia
  • Bernardo Andrade de Queirós Faculdade de Ciências Médicas
  • Laysa Fortuna de Oliveira Rebouças Faculdade ZARNS
  • Marcos Vinicius Borges Martins Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Victor Hugo Pinheiro dos Santos Hospital Universitário Presidente Dutra - HUUFMA
  • Djalma Ribeiro Costa Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p455-466

Keywords:

Family Medicine; Family Health Strategy; SUS.

Abstract

This article aims to demonstrate the development of Family and Community Medicine (MFC) which in Brazil began in a pioneering way in the 1970s (pre-SUS), with residency programs in MFC in Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro and Pernambuco. During that period, managers and even the academic world had little support for these initiatives, which later made it difficult to implement, from 1994 onwards, the Family Health Program (PSF) in a robust manner, due to the lack of professionals with this training. In recent decades, we have lived with low harmony between training institutions and the SUS, regarding the need and supply of professionals for PHC. Thus, the operationalization of the Health Reform, especially PHC, lasted longer than in countries with health systems oriented towards this (Canada, Cuba, Spain, Portugal). In these countries, in the 1980s and 1990s, specialized medical training for PHC was regulated (medical residency defined as the gold standard of training), minimum percentages were established for MFC and residency was mandatory for incorporation into the health system. . In Brazil, one of the obstacles to this international movement came from the medical schools themselves which, until recently, insisted on an alleged terminality in graduation.

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Author Biographies

Julia Cambraia de Souza Brissac, Faculdade de Medicina de Itajubá

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá

Júlio Alexandre Gemente Lozano, Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP)

Graduado em Medicina

Denise Nogueira Chaves, Faculdade de Ciências Médicas Itabuna/Ba

Graduanda em Medicina 

Washington Wallace Souza Lins, Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos - Humanitas

Graduando em Medicina 

Geovane Souza Pereira, Hospital Universitário Getúlio Vargas

Graduado em Medicina 

Pablo Augusto Araujo Silva, Universidade Federal de Uberlândia

Graduado em Medicina 

Laysa Fortuna de Oliveira Rebouças, Faculdade ZARNS

Graduanda em Medicina 

Marcos Vinicius Borges Martins, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Graduado em Medicina 

Victor Hugo Pinheiro dos Santos, Hospital Universitário Presidente Dutra - HUUFMA

Médico Especialista em Clínica Médica

Djalma Ribeiro Costa, Universidade Federal do Piauí

Graduado em Medicina 

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Published

2024-12-05

How to Cite

Julia Cambraia de Souza Brissac, Kellen da Rocha Bernaça, Maria Eduarda Gomides Campos Vieira, Aline Martins Moreira, Júlio Alexandre Gemente Lozano, Denise Nogueira Chaves, Washington Wallace Souza Lins, Geovane Souza Pereira, Pablo Augusto Araujo Silva, Bernardo Andrade de Queirós, Laysa Fortuna de Oliveira Rebouças, Marcos Vinicius Borges Martins, Victor Hugo Pinheiro dos Santos, & Djalma Ribeiro Costa. (2024). A prática da Medicina de Família e Comunidade no Brasil: contexto e perspectivas. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(12), 455–466. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p455-466