USO DA FOTOTERAPIA DE BAIXA INTENSIDADE NO TRATAMENTO DE ÚLCERAS VENOSAS

Autores

  • Luiz Henrique Damiani Roveda Univates
  • Renata Eidt Schiedeck Univates
  • Adriane Pozzobon Univates
  • Vitória Caroline da Silva Univates
  • Alessandra Ines Klein Univates
  • Giovana Sinigaglia Univates
  • Lucas Capalonga Univates
  • Lydia Christmann Espindola Koetz Univates

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n12p771-784

Palavras-chave:

Fotobiomodulação, úlcera venosa, pele

Resumo

Introdução: A assistência aos portadores de feridas é um desafio multiprofissional sendo que o planejamento assistencial deve ser organizado e construído a partir dos processos de avaliação, classificação e cicatrização da lesão.  Uma estratégia que vem se destacando é a terapia a laser de baixa intensidade (LLLT) que tem como objetivo estimular o reparo tecidual. Objetivo: Avaliar a resposta ao tratamento com fototerapia de baixa intensidade em pacientes com úlceras venosas em relação à cicatrização. Método: A pesquisa do tipo retrospectiva, avaliou dados de quatro pacientes com úlcera venosa atendidos no Ambulatório de Feridas da Univates entre 2023 e 2024. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 68,25 anos, o número de sessões variou de 9 a 39 entre 3 e 8 meses de tratamento. O laser vermelho foi usado em todos os pacientes e o azul em três pacientes. A dosimetria variou de 5 a 6 joules com tempo sendo dose dependente. Todos os pacientes apresentaram melhora no aspecto da inflamação e contaminação da ferida, contudo houve variação da resposta em relação à extensão da área acometida. Conclusão: A LLLT é benéfica como terapia adjuvante ao tratamento de feridas crônicas, todavia feridas crônicas são complexas e o tratamento depende de vários fatores como cuidados em casa, comorbidades do paciente, número de sessões e características das feridas

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Biografia do Autor

Luiz Henrique Damiani Roveda, Univates

Acadêmico de Medicina da Universidade Vale do Taquari (Univates) Lajeado, RS, Brasil.

Renata Eidt Schiedeck, Univates

Acadêmica de Medicina da Universidade Vale do Taquari (Univates) Lajeado, RS, Brasil.

Vitória Caroline da Silva, Univates

Acadêmica de Biomedicina da Universidade Vale do Taquari (Univates) Lajeado, RS, Brasil.

Alessandra Ines Klein, Univates

Acadêmica de Biomedicina da Universidade Vale do Taquari (Univates) Lajeado, RS, Brasil.

Giovana Sinigaglia, Univates

Fisioterapeuta Dermatofuncional. Mestre em Ambiente e Desenvolvimento. Professora adjunta da Universidade Vale do Taquari (Univates), Lajeado, RS. Brasil

Lucas Capalonga, Univates

Fisioterapeuta. Doutor em Ciências da Saúde. Professor adjunto da Universidade Vale do Taquari (Univates), Lajeado, RS. Brasil.

Lydia Christmann Espindola Koetz, Univates

Fisioterapeuta. Doutora em Ambiente e Desenvolvimento (Univates). Professora adjunta da Universidade Vale do Taquari (Univates), Lajeado, RS. Brasil

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Publicado

2025-12-11

Como Citar

Damiani Roveda, L. H., Eidt Schiedeck, R., Pozzobon, A., da Silva, V. C., Klein, A. I., Sinigaglia, G., Capalonga, L., & Christmann Espindola Koetz, L. (2025). USO DA FOTOTERAPIA DE BAIXA INTENSIDADE NO TRATAMENTO DE ÚLCERAS VENOSAS. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(12), 771–784. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n12p771-784