LASERTERAPIA DE BAIXA INTENSIDADE COMO TRATAMENTO EFICAZ DE ÚLCERAS AFTOSAS RECORRENTES: REVISÃO DE LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n10p1551-1568Palavras-chave:
Úlceras Orais., Terapia com Luz de Baixa Intensidade. alívio da dor. Tratamento.Resumo
Introdução: As úlceras aftosas recorrentes (UAR) representam uma condição inflamatória comum da mucosa oral, caracterizada por lesões dolorosas que afetam significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Apesar da etiologia multifatorial, os tratamentos convencionais muitas vezes apresentam eficácia limitada. Nesse contexto, a laserterapia de baixa intensidade (LBI) tem emergido como uma alternativa promissora, devido às suas propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e regenerativas. Objetivo: Revisar a literatura científica sobre a eficácia da LBI no tratamento de UAR, destacando seus mecanismos de ação, protocolos utilizados e resultados clínicos observados. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados PubMed, Scielo e Lilacs, utilizando os descritores “Úlceras Orais”; “Terapia com Luz de Baixa Intensidade”; “Alívio da dor”; “Tratamento”. Foram incluídos artigos publicados entre 2015 e 2025, em português e inglês, que abordassem estudos clínicos ou revisões sistemáticas sobre o tema. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 13 artigos para análise. Resultados: Os estudos analisados demonstraram que a LBI promove alívio imediato da dor, acelera o processo de cicatrização e reduz a frequência de recorrência das lesões. Diversos protocolos foram utilizados, variando em comprimento de onda, potência e tempo de aplicação, sendo os lasers de diodo os mais comuns. A maioria dos trabalhos relatou melhora significativa dos sintomas em comparação com tratamentos convencionais, como corticosteroides tópicos. Conclusão: A laserterapia de baixa intensidade mostra-se uma abordagem eficaz e segura para o tratamento das úlceras aftosas recorrentes, com benefícios clínicos evidentes e poucos efeitos adversos. No entanto, a padronização dos protocolos e a realização de estudos com maior rigor metodológico são necessários para consolidar sua aplicação na prática clínica odontológica.
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