Rotina Invasiva vs Conservadora no IAM Sem Supra de ST em Idosos Frágeis: Perspectivas Baseadas em Evidências

Autores

  • Pedro Lucas Borges Souza Unicerrado
  • Giovanna Ceccato de Faria Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Antônio Simão Addad Neto Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Ana Beatriz Cordeiro Barros Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Guilherme Susstrunk Monteiro Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Eduarda Holanda Gama Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Poliana Bonin Bortoluzzi Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Rhenan Lucena de Castilho Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Carolina Barbosa da Costa Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Victória Dias Carneiro de Abreu Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Matheus Vinícius Lemes Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO
  • Kelly Cristiene de Freitas Borges Centro Universitário de Goiatuba-UNICERRADO

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n1p1516-1524

Palavras-chave:

Infarto agudo do miocárdio sem supra desnivelamento do segmento ST, Idosos frágeis, Tratamento invasivo, Estratégias Conservadoras.

Resumo

Introdução: O infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSST) apresenta desafios no manejo de pacientes frágeis, especialmente idosos, com múltiplas comorbidades. A escolha entre estratégias invasiva e conservadora é complexa. Objetivos: Revisar as evidências sobre as estratégias invasivas e conservadoras no manejo de idosos frágeis com IAMSST, considerando seu impacto nos desfechos clínicos. Metodologia: Revisão bibliográfica de estudos publicados entre 2018 e 2025, usando bases de dados como PubMed, Scielo e MedLine. Foram incluídos estudos sobre IAMSST, fragilidade e tratamentos invasivos. Resultados e Discussão: Estudos mostram subutilização de estratégias invasivas em idosos frágeis devido a preocupações com riscos e prognóstico. Não há evidências claras sobre a superioridade de uma abordagem sobre a outra para essa população. Conclusão: A estratégia invasiva não demonstrou benefícios significativos em relação à abordagem conservadora. Mais estudos são necessários para avaliar o impacto da fragilidade e definir a melhor abordagem terapêutica para esse grupo

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Referências

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Publicado

2025-01-18

Como Citar

Borges Souza, P. L., de Faria, G. C., Addad Neto, A. S., Cordeiro Barros, A. B., Monteiro, G. S., Gama, E. H., Bortoluzzi, P. B., de Castilho, R. L., da Costa, C. B., de Abreu, V. D. C., Lemes, M. V., & de Freitas Borges, K. C. (2025). Rotina Invasiva vs Conservadora no IAM Sem Supra de ST em Idosos Frágeis: Perspectivas Baseadas em Evidências. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(1), 1516–1524. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n1p1516-1524