O desvelar do machismo no autocuidado em saúde da população masculina

Autores

  • Guilherme Henrique Machado Cessel Pereira Médico pela Faculdade de Medicina Ceres-FACERES/SP
  • Neuma Cunha Medeiros Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Regional do Cariri-URCA/CE
  • Luísa de Marilak de Sousa Terto Psicóloga pela Universidade Católica de Pernambuco-UNICAP/PE
  • João Vitor Cassunde Coelho Erlacher Acadêmico de medicina pela Unicesumar
  • Milton Jorge Lobo Barbosa Pós-Graduado em Políticas Públicas em Saúde Coletiva pela Universidade Regional do Cariri-URCA/CE
  • Mayra Aparecida Mendes Ribeiro Mestre em Ensino em Saúde pela Universidade Estadual do Ceará-UECE/CE
  • Xênia Maria Fideles Leite de Oliveira Especialista em Regulação em Saúde no SUS pelo Hospital Sírio Libanês
  • Sabrina Nayara Andrade Bolivar Poncio Nutricionista pela Universidade Potiguar
  • Dayara de Souza Ramos Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Estadual de Montes Claros
  • Miguel Ferreira Junior Mestrando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Joelma Maria dos Santos da Silva Apolonário Farmacêutica pelo Centro Universitário Maurício de Nassau-UNINASSAU/PB

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p3042-3054

Palavras-chave:

Condições de Saúde, Masculinidade, Saúde do Homem.

Resumo

Objetiva-se, analisar, conforme a literatura científica, os impactos do machismo na saúde da população masculina Para isso, realizou-se uma revisão integrativa em setembro de 2023, utilizando as bases de dados LILACS e SCIELO por meio da BVS. Os descritores "Saúde do Homem", "Masculinidade" e "Condições de Saúde" foram utilizados associados ao operador booleano AND, incluindo artigos completos, em português e inglês, publicados de 2017 a 2023, resultando em 35 referências. Após análise exploratória, foram selecionados 06 artigos que atenderam aos critérios estabelecidos. Os estudos destacaram que historicamente, os homens têm demonstrado uma falta de autocuidado em relação à saúde e uma relutância em adotar hábitos de vida saudáveis. Isso resulta em fatores de risco significativos para o adoecimento, já que a prevenção raramente faz parte de sua dinâmica de cuidado à saúde. Geralmente, os homens buscam os serviços de saúde apenas quando estão enfrentando quadros agudos e complicações já estabelecidas. Essa situação é um reflexo das estratégias de atendimento ainda frágeis, agravadas pelos tabus sociais que persistem ao longo dos anos. Portanto, o machismo é um sistema de crenças prejudicial que impacta não somente a saúde das mulheres, mas também a dos homens, sendo imprescindível a implementação de ações de conscientização para alertar os homens acerca das consequências que esse pensamento ultrapassado acarreta a sua saúde, bem como estimular  a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, ressaltando a importância de buscar os serviços de saúde.

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Referências

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Publicado

2023-11-15

Como Citar

Pereira , G. H. M. C., Medeiros , N. C., Terto , L. de M. de S., Erlacher , J. V. C. C., Barbosa , M. J. L., Ribeiro , M. A. M., Oliveira, X. M. F. L. de, Poncio , S. N. A. B., Ramos , D. de S., Junior , M. F., & Apolonário, J. M. dos S. da S. (2023). O desvelar do machismo no autocuidado em saúde da população masculina. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(5), 3042–3054. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p3042-3054

Edição

Seção

Revisão de Literatura