MICROBIOTA INTESTINAL SAUDÁVEL: criação de material educativo sobre o papel da alimentação no bem-estar do seu intestino
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n10p2469-2488Palavras-chave:
Microbiota intestinal. Alimentação saudável. Disbiose intestinal. Educação em saúde. Cartilha educativa.Resumo
A microbiota intestinal desempenha funções essenciais na digestão, na imunidade, no metabolismo e na saúde mental, sendo diretamente influenciada pelos hábitos alimentares. Entretanto, a falta de informações acessíveis sobre sua importância dificulta a adoção de práticas alimentares saudáveis. O problema foi: Como a alimentação influencia a microbiota intestinal e quais estratégias educativas podem contribuir para sua manutenção? Assim, o objetivo foi compreender a influência da alimentação sobre a microbiota intestinal e desenvolver uma cartilha educativa sobre hábitos alimentares saudáveis e bem-estar intestinal. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e metodológica, realizada por meio de revisão bibliográfica entre abril e maio de 2026. Foram consultadas as bases SciELO, LILACS, MEDLINE, PubMed e Periódicos CAPES, utilizando publicações de 2020 a 2025, disponíveis integralmente em português, inglês e espanhol. As informações foram analisadas qualitativamente e organizadas por eixos temáticos, fundamentando a elaboração de uma cartilha digital na plataforma Canva. A revisão evidenciou que o consumo de fibras, frutas, verduras, legumes, cereais integrais, prebióticos e probióticos favorece o equilíbrio da microbiota intestinal. Em contrapartida, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas está associado à disbiose intestinal. Como produto, foi desenvolvida uma cartilha com linguagem acessível, ilustrações e orientações práticas sobre alimentação, saúde intestinal e prevenção de desequilíbrios. Conclui-se que a alimentação constitui importante fator de modulação da microbiota intestinal, e a cartilha representa um recurso educativo com potencial para ampliar o acesso à informação científica e incentivar hábitos saudáveis.
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