Neoplasia maligna da pele no Brasil: perfil epidemiológico e tendência temporal das internações entre 2016 e 2026

Autores

  • Micaela Reinert Hilgert Fundação Assis Gurgacz

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n7p1020-1032

Palavras-chave:

neoplasia maligna da pele; internações; epidemiologia; câncer de pele; Brasil.

Resumo

Este estudo teve por objetivo analisar o perfil epidemiológico e a tendência temporal das internações por neoplasia maligna da pele no Brasil, no período de 2016 a 2026. Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, quantitativa e epidemiológica, utilizando dados secundários provenientes do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/DATASUS). Foram analisadas variáveis como ano da internação, sexo, faixa etária, raça/cor, capital de residência e óbitos. No período estudado, registraram-se 80.970 internações, com discreta predominância do sexo masculino (51,4%) e maior concentração nas faixas etárias de 60 a 69 anos e de 70 a 79 anos. A análise de tendência temporal sugeriu aumento das internações ao longo dos anos, embora sem significância estatística, com oscilações pontuais durante a pandemia de COVID-19. Os resultados reforçam a relevância das neoplasias malignas da pele como problema de saúde pública e apontam para a necessidade de fortalecer estratégias de prevenção, ampliar as ações de conscientização sobre a exposição solar e garantir o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

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Referências

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Publicado

2026-07-24

Como Citar

Reinert Hilgert, M. (2026). Neoplasia maligna da pele no Brasil: perfil epidemiológico e tendência temporal das internações entre 2016 e 2026. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 8(7), 1020–1032. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n7p1020-1032