A confiança nas vacinas estudo dos fatores que influenciam a baixa adesão vacinal
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2026v8n5p2056-2069Palavras-chave:
Vacinação; Baixa adesão; Confiança.Resumo
A vacinação é uma estratégia de prevenção que estimula o sistema imunológico a desenvolver proteção específica contra doenças infecciosas. As vacinas são de grande importância para a humanidade pois garantem a prevenção de doenças infecciosas, reduzindo a mortalidade, além de ser um grande avanço na saúde pública. Nos últimos anos, especialmente na última década, as taxas de cobertura vacinal vêm apresentando declínio, alguns fatores associados a essa queda são a disseminação de notícias falsas, teorias da conspiração e até mesmo questões políticas, por isso é essencial adotar medidas para aumentar a adesão vacinal. Esse estudo tem como objetivo analisar os principais fatores que influenciam a falta de confiança da população nas vacinas e verificar o que impacta na baixa adesão vacinal. Para a coleta de dados, foi realizado um questionário de 17 (dezessete) perguntas entre os meses de junho a agosto de 2025, por meio da Plataforma do Google Forms. Participaram do estudo 60 entrevistados, com predominância do sexo feminino (80%). Os dados revelaram que a maioria dos participantes possui confiança total nas vacinas e acredita que elas são seguras. Em relação as vacinas recomendadas na adolescência 85% lembraram as que tomou, e grande parte declarou que os pais ou responsáveis os influenciou na sua decisão vacinal. Os principais motivos para não tomar uma vacina recomendada foram esquecimento, medo de reações adversas e o fato de não achar necessário. Verificou-se que questões políticas interfere na decisão de 28,3% dos entrevistados sobre a vacinação. Concluiu-se que a maioria dos participantes deste estudo demonstra confiança total nas vacinas e acredita em sua segurança, além de indicaram influência familiar na sua decisão vacinal, evidenciando a relevância do papel familiar nesse processo. Os dados obtidos destacam a importância das estratégias de educação em saúde e da atuação familiar como elementos essenciais para a manutenção e ampliação da cobertura vacinal.
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