EPIDEMIOLOGIA DOS ÓBITOS POR LINFOMA NÃO-HODGKIN NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 10 ANOS (2015-2025)

Autores

  • Mateus de Castro Paiva Centro Universitário Integrado https://orcid.org/0009-0005-1744-8607
  • Gisella Trivilin Centro Universitário Integrado
  • Débora Ribeiro Centro Universitário Integrado
  • Ziane Maíra Rúbia Guadagnim Centro Universitário Integrado
  • Lívia Devequi Dallazem Centro Universitário Integrado
  • Rafael Scaraboto Centro Universitário Integrado
  • Marcus Vinicius Bulka do Nascimento Centro Universitário Integrado
  • Paola Camargo dos Santos Centro Universitário Integrado
  • Paulo Ricardo Consolin Rosa Centro Universitário Integrado
  • Gabrielli Silva Soares Centro Universitário Integrado
  • Luciano Dias Forner Centro Universitário Integrado
  • Ana Carla Konorovski Centro Universitário Integrado
  • Sara Caroline Beltrame Perez Centro Universitário Integrado
  • Kely Fernanda Castanho Centro Universitário Integrado
  • Melissa Cruz Coradim Pontifícia Universidade Católica do Paraná
  • Rayssa Rossi Araújo Centro Universitário Integrado
  • Paula Sousa Cassa Pontifícia Universidade Católica do Paraná
  • Natália Mauro Colavite Centro Universitário Integrado
  • Alana Lehmkuhl Centro Universitário Integrado
  • William Matheus Wagner Centro Universitário Integrado

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n11p880-891

Palavras-chave:

Linfoma não-Hodgkin, Mortalidade, Epidemiologia, Brasil

Resumo

Este estudo tem por objetivo analisar a epidemiologia dos óbitos por Linfoma não-Hodgkin (LNH) no Brasil no período de 2015 a 2025. Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, quantitativa e epidemiológica, utilizando dados secundários obtidos por meio do Sistema de Informações Hospitalares do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SIH/DATASUS). Foram analisadas variáveis como região geográfica, sexo, faixa etária e raça/cor. Durante o período estudado, foram registrados 14.239 óbitos por LNH, com maior concentração na Região Sudeste (45,4%) e predomínio do sexo masculino (57,4%). As faixas etárias mais acometidas foram aquelas compreendidas entre 50 e 79 anos, que, juntas, representaram mais de 60% dos óbitos. A população branca foi a mais afetada, seguida pela população parda. Os resultados evidenciam a expressiva mortalidade associada ao Linfoma não-Hodgkin no país e apontam para a necessidade de fortalecimento das políticas públicas voltadas ao diagnóstico precoce, tratamento especializado e aprimoramento da qualidade dos registros epidemiológicos.

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Referências

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SIH/SUS — Sistema de Informações Hospitalares do SUS. Ministério da Saúde. Morbidade Hospitalar do SUS: óbitos por Linfoma não-Hodgkin (2015–2025). Dados atualizados, 2025.

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Publicado

2025-11-12

Como Citar

Paiva, M. de C., Trivilin, G., Ribeiro, D., Rúbia Guadagnim, Z. M., Devequi Dallazem, L., Scaraboto , R., Bulka do Nascimento, M. V., Camargo dos Santos , P., Consolin Rosa, P. R., Silva Soares, G., Dias Forner, L., Konorovski , A. C., Beltrame Perez, S. C., Castanho, K. F., Cruz Coradim, M., Rossi Araújo, R., Sousa Cassa, P., Mauro Colavite, N., Lehmkuhl , A., & Wagner, W. M. (2025). EPIDEMIOLOGIA DOS ÓBITOS POR LINFOMA NÃO-HODGKIN NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 10 ANOS (2015-2025). Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(11), 880–891. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n11p880-891