EPIDEMIOLOGIA DOS ÓBITOS POR NEOPLASIA MALIGNA DO ENCÉFALO NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 10 ANOS (2015-2025)

Autores

  • Mateus de Castro Paiva Centro Universitário Integrado
  • Rafael Scaraboto Centro Universitário Integrado
  • William Matheus Wagner Centro Universitário Integrado
  • Nathalia Fracaroli de Lima Unicesumar
  • Maria Eduarda Poiares Gonçalves Unicesumar
  • Eduarda Mika Kumata PUCPR
  • Anna Flávia Gazzoni Unicesumar
  • Maria Júlia Albuquerque Vieira Martins Unicesumar
  • Julia de Carvalho Nogueira Centro Universitário Integrado
  • Isabela Christina Camargo Centro Universitário Campo Real
  • Rafaela Macari Tavares Centro Universitário Integrado
  • Leonardo José Kuhn Centro Universitario Integrado
  • Gustavo Bastos Rosengarth Centro universitário integrado
  • Luís Felipe Gasparoto Pereira Centro Universitário Integrado
  • Gabriella Abdallah Martinez Centro universitário integrado
  • Felipe Salonski Martins Mendonça Centro Universitário Integrado
  • Natasha Dotti Kowalcziki Centro Universitário Campo Real
  • Amanda Narumy Watanabe PUCPR
  • Mariana de Freitas Gouveia Morais Unicesumar
  • Débora Farina Ribeiro Centro Universitário Integrado

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n7p996-995

Palavras-chave:

Neoplasia maligna do encéfalo, Óbitos, epidemiologia, Brasil

Resumo

Este estudo tem por objetivo analisar a epidemiologia dos óbitos por neoplasia maligna do encéfalo no Brasil no período de 2015 a 2025. Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, quantitativa e epidemiológica, utilizando dados secundários obtidos por meio do Sistema de Informações Hospitalares do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SIH/DATASUS). Foram analisadas variáveis como região geográfica, sexo, faixa etária e raça/cor. Durante o período estudado, foram registrados 21.386 óbitos por essa condição, com maior concentração na Região Sudeste (46,3%) e predominância do sexo masculino (52,5%). As faixas etárias mais acometidas foram aquelas entre 50 e 79 anos, correspondendo a mais da metade dos óbitos. A população branca foi a mais afetada, seguida pelos pardos. Os resultados ressaltam a alta mortalidade associada à neoplasia maligna do encéfalo no país e indicam a necessidade de fortalecimento das políticas públicas voltadas ao diagnóstico precoce, tratamento especializado e melhoria da qualidade dos registros epidemiológicos.

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Referências

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https://doi.org/10.1590/S1679-49742023000100004

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Publicado

2025-07-16

Como Citar

Paiva, M. de C., Scaraboto, R., Wagner, W. M., Fracaroli de Lima, N., Poiares Gonçalves, M. E., Mika Kumata, E., Gazzoni, A. F., Albuquerque Vieira Martins, M. J., de Carvalho Nogueira , J., Christina Camargo , I., Macari Tavares, R., José Kuhn , L., Bastos Rosengarth , G., Gasparoto Pereira, L. F., Abdallah Martinez , G., Salonski Martins Mendonça , F., Dotti Kowalcziki , N., Narumy Watanabe , A., de Freitas Gouveia Morais , M., & Farina Ribeiro , D. (2025). EPIDEMIOLOGIA DOS ÓBITOS POR NEOPLASIA MALIGNA DO ENCÉFALO NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 10 ANOS (2015-2025). Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(7), 996–995. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n7p996-995