Atenção Primária à Saúde e a Organização de Redes de Atenção à Saúde no Brasil

Autores

  • Arabella Barros de Melo
  • Thaisa Luiz Cardoso Faculdade Brasileira de Cachoeiro- (Multivix)
  • Rubens Antônio Carvalho de Albuquerque Afya Paraíba
  • Francisco José de Aragão Universidade Federal do Acre
  • Ana Julia Fernandes Sepulveda Faculdade de Medicina de Campos
  • João Eduardo Santos Teixeira UNP - UNIVERSIDADE POTIGUAR
  • Mariel de Quadros Zimmermann Universidade Católica de Pelotas/RS
  • Gustavo Frizon Rodrigues Unitpac Araguaína AFYA
  • Jacyara Adrielle Bezerra Leite de Souza FACULDADE CIÊNCIAS MÉDICAS DE JABOATÃO DOS GUARARAPES
  • Alvaro Dias de Alkmin Filho Universidade de Santo Amaro
  • Petra Queiroz da Silva Passos Universidade Iguaçu - Campus V
  • Matheus Bugarin Araujo Universidade Católica de Brasília
  • Ravel Rangel de Oliveira Centro Universitário Redentor
  • André Canidia Bezerra Bochoschi Afya Itacoatiara

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n7p273-287

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde; Acesso aos serviços de saúde; Sistema Único de Saúde

Resumo

Sistemas de saúde universais orientados pela Atenção Primária à Saúde (APS) apresentam melhores resultados para a população. Este artigo apresenta a situação do acesso ao cuidado na APS brasileira, seus problemas, desafios e estratégias para sua superação. Realizou-se uma revisão narrativa, incluindo estudos quali e quantitativos. O acesso na APS aumentou com a expansão da Estratégia Saúde da Família (ESF), mas ainda permanece insuficiente. As principais barreiras ao acesso incluem: subdimensionamento/subfinanciamento da APS, excesso de usuários vinculados às equipes da ESF, número reduzido de Médicos de Família e Comunidade (MFC), com pouca interiorização/fixação, burocratização e problemas funcionais dos serviços, como rigidez nos agendamentos e priorização de grupos específicos (hipertensos, puericultura etc.). Para melhorar o acesso, é necessário aumentar o investimento federal na ESF, priorizando-a e expandindo-a, reduzir os usuários vinculados às equipes, ampliar a formação médica em MFC, explorar a clínica da enfermagem, diversificar os meios de comunicação com usuários, explorar a cogestão da equipe e flexibilizar as agendas dos profissionais. Conclui-se que, para fortalecer a APS, é estratégico estimular o acesso na ESF vinculado ao cuidado longitudinal.

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Biografia do Autor

Arabella Barros de Melo

Médica pelo Programa Mais Médicos 

Thaisa Luiz Cardoso, Faculdade Brasileira de Cachoeiro- (Multivix)

Graduanda em Medicina

Rubens Antônio Carvalho de Albuquerque, Afya Paraíba

Graduando em Medicina 

Francisco José de Aragão , Universidade Federal do Acre

Graduado em Medicina 

Ana Julia Fernandes Sepulveda, Faculdade de Medicina de Campos

Graduanda em Medicina 

João Eduardo Santos Teixeira, UNP - UNIVERSIDADE POTIGUAR

Graduado em Medicina 

Mariel de Quadros Zimmermann, Universidade Católica de Pelotas/RS

Graduada em Medicina 

Gustavo Frizon Rodrigues, Unitpac Araguaína AFYA

Graduado em Medicina 

Jacyara Adrielle Bezerra Leite de Souza, FACULDADE CIÊNCIAS MÉDICAS DE JABOATÃO DOS GUARARAPES

Graduanda em Medicina 

Alvaro Dias de Alkmin Filho, Universidade de Santo Amaro

Graduado em Medicina 

Petra Queiroz da Silva Passos, Universidade Iguaçu - Campus V

Graduada em Medicina 

Matheus Bugarin Araujo, Universidade Católica de Brasília

Graduado em Medicina 

Ravel Rangel de Oliveira, Centro Universitário Redentor

Graduado em Medicina 

André Canidia Bezerra Bochoschi, Afya Itacoatiara

Acadêmico de Medicina 

Referências

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Publicado

2025-07-06

Como Citar

Barros de Melo , A., Luiz Cardoso, T., Antônio Carvalho de Albuquerque, R., José de Aragão , F., Fernandes Sepulveda, A. J., Eduardo Santos Teixeira, J., de Quadros Zimmermann, M., Frizon Rodrigues, G., Souza, J. A. B. L. de, Dias de Alkmin Filho, A., Queiroz da Silva Passos, P., Bugarin Araujo, M., Rangel de Oliveira, R., & Canidia Bezerra Bochoschi, A. (2025). Atenção Primária à Saúde e a Organização de Redes de Atenção à Saúde no Brasil . Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(7), 273–287. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n7p273-287