PREDOMÍNIO DA ALTERAÇÃO DE UREMIA EM PACIENTES NEUROPSIQUIÁTRICOS
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n5p1674-1694Palavras-chave:
Uremia, Transtornos Neuropsiquiátricos, Comprometimento Cognitivo, Depressão, HemodiáliseResumo
Introdução: A relação entre uremia e transtornos neuropsiquiátricos tem sido um tema de crescente interesse na literatura médica, especialmente devido aos impactos significativos que essas condições têm sobre a qualidade de vida dos pacientes. Objetivo: O objetivo desta revisão bibliográfica foi investigar os principais impactos da uremia no desenvolvimento de transtornos neuropsiquiátricos, com ênfase nos mecanismos patológicos envolvidos, os resultados clínicos observados em pacientes, e as estratégias para melhorar tanto o diagnóstico quanto o manejo dessas alterações. Metodologia: Para alcançar os objetivos propostos, foi realizada uma revisão bibliográfica de estudos científicos publicados entre 2021 e 2025. A pesquisa foi conduzida nas bases de dados BVS, PubMed, Scielo e Google Acadêmico, selecionando artigos originais que abordam a relação entre uremia e alterações neuropsiquiátricas. A análise dos dados foi qualitativa, com foco nos mecanismos patológicos, resultados clínicos e estratégias de diagnóstico e tratamento. A busca inicial resultou em 237 estudos, dos quais 13 foram removidos por duplicação e 189 foram excluídos por não atenderem aos critérios específicos. Ao final, 10 estudos foram selecionados para análise final. Resultados: A revisão revelou que a uremia está fortemente associada a uma série de transtornos neuropsiquiátricos, incluindo comprometimento cognitivo, depressão e outros sintomas psiquiátricos. Além disso, a revisão destacou a importância do diagnóstico precoce e da implementação de estratégias terapêuticas direcionadas a essas condições. Os mecanismos subjacentes envolvem uma combinação de fatores patológicos, incluindo alterações na função renal, acúmulo de toxinas urêmicas e desequilíbrios eletrolíticos. As estratégias de tratamento incluem o manejo adequado da uremia, terapia com hemodiálise, e intervenções psicoterapêuticas para melhorar o bem-estar mental dos pacientes.
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