Um estudo a respeito do cenário epidemiológico da toxoplasmose congênita no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n4p729-739Palavras-chave:
Toxoplasmose Congênita, Epidemiologia, Regiões BrasileirasResumo
A toxoplasmose congênita é por vezes assintomática mas pode apresentar sintomas ao longo da infância, pode levar a problemas visuais, neurológicos, auditivos e cardíacos graves podendo também levar a morte. Trata-se de um estudo epidemiológico transversal com dados secundários do Sistema de Informação de Agravos e Notificação (Sinan), contido no Departamento de Informação do Sistema Único de Saúde (DATASUS), com variáveis sobre toxoplasmose congênita. A Região Sudeste apresentou o maior número de casos e mortes, assim como o ano de 2023, as Regiões Norte e Centro-Oeste apresentam os menores números e o ano com menor número de casos e mortes foi o ano de 2019. Observou-se uma tendência crescente de casos de 2019 a 2023 seguindo um padrão observado em outros estudos. A toxoplasmose congênita foi por vezes associada ao baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) sexo masculino, idade neonatal precoce, cor parda, indígenas e residir na Regiões Nordeste. A toxoplasmose congênita ainda é um importante problema de saúde pública devido ao grande número de casos e as graves sequelas causadas por ela.
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