Epidemiologia dos transtornos de condução e arritmias cardíacas no Brasil: internações e óbitos entre 2014 e 2024
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n2p1628-1640Palavras-chave:
Transtornos de condução, arritmia, epidemiologia, hospitalização, óbitosResumo
O presente estudo tem como objetivo analisar a epidemiologia das internações e óbitos por transtornos de condução e arritmias cardíacas (TCAC) no Brasil no período de 2014 a 2024. Trata-se de uma pesquisa descritiva, transversal e epidemiológica. Os dados foram obtidos por meio do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), considerando o período de 2014 a 2024. As variáveis analisadas incluíram região, sexo, faixa etária, raça, número de internações e óbitos por ano. A Região Sudeste apresentou os maiores índices de hospitalização (48,3%) e mortalidade, seguida pelo Sul e Nordeste. A predominância das internações foi observada em indivíduos do sexo masculino (52,6%) e na faixa etária de 70 a 79 anos (25,95%). O estudo também demonstrou que a maioria das hospitalizações ocorreu em caráter de urgência (81,06%). Houve um crescimento significativo das internações e óbitos ao longo do período analisado, destacando a necessidade de melhorias no diagnóstico precoce, ampliação do acesso a tratamentos especializados e fortalecimento das estratégias de prevenção e manejo das TCAC no Brasil.
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