Distócia de ombros: aplicabilidade de manobras de resolução

Autores

  • Alex Moreira Souza Universidade Federal de Santa Catarina
  • Gabriela Ricalde Chioveti Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal
  • Ana Júlia Markiv Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
  • Alexandra Borges de Oliveira Universidade de Cuiabá
  • Bruna Maria Carvalho Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
  • Davi Daniel Gomes Universidade Federal de Santa Catarina
  • Evelyn Cristina Marcon Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
  • Gabriel Czlusniak Olenik Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
  • Gabriella Borges de Oliveira Universidade de Cuiabá
  • Isabele Seidl Centro Universitário de Pato Branco
  • Julia Chilante Ghellere Centro Universitário Integrado
  • Marcos Alexandre Malheiros Sales Universidade Federal de Santa Catarina
  • Melissa Garcia Silva Saut Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal
  • Rafaela Camacho Rodrigues Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal
  • Ana Larissa Lima Veloso Secretaria Municipal de Saúde de Caçador/SC

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2009-2017

Palavras-chave:

Distocia do ombro, Parto obstétrico

Resumo

Este estudo teve como objetivo comparar o tempo de resolução e as complicações maternas e fetais de diferentes manobras e/ou sequência de manobras (protocolos) frente a um parto com distócia do ombro. 213 estudos foram triados da busca inicial com 2.687 resultados. Destes, apenas 56 artigos foram incluídos na análise final do presente estudo. As principais complicações fetais relatadas foram a paralisia de plexo braquial e as fraturas de clavícula e/ou úmero. Desfechos fetais e maternos desfavoráveis são mais comumente associados com manobras internas, como parafuso de Woods e liberação do braço posterior. Os bebês macrossômicos apresentaram mais desfechos desfavoráveis. A demora na resolução esteve associada com maiores taxas de internação na UTI.

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Publicado

2024-12-16

Como Citar

Moreira Souza, A., Ricalde Chioveti, G., Júlia Markiv, A., Borges de Oliveira, A., Maria Carvalho, B., Daniel Gomes, D., Cristina Marcon, E., Czlusniak Olenik, G., Borges de Oliveira, G., Seidl, I., Chilante Ghellere, J., Alexandre Malheiros Sales, M., Garcia Silva Saut, M., Camacho Rodrigues, R., & Larissa Lima Veloso, A. (2024). Distócia de ombros: aplicabilidade de manobras de resolução. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(12), 2009–2017. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2009-2017