FARMACOTERAPIA NO TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC) : BENEFÍCIOS E DESAFIOS NA PERSONALIZAÇÃO DO TRATAMENTO

Autores

  • Rafael Leituga de Carvalho Cavalcante Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
  • Letícia Ibiapina Rodrigues CET
  • Rodrigo Ferreira Oliveira Universidade federal de Roraima
  • Ana Carolina Azevedo Soares de Carvalho Centro Universitário Uninovafapi
  • Maria Eduarda De Carvalho Sampaio Arrais Faculdade Unifacid
  • José Gabriel Moreira Neto Centro Universitário Uninovafapi
  • Laís Kazmierski Folly Centro Universitário Assis Gurgacz- FAG
  • João Pedro Assis de Carvalho Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • Rafael Araújo Alves Cury Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • João Gabriel Pereira Rocha Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • Igor De Souza Costa Raimundo UNESA Campus Cittá América
  • Giselle Leite Bastos Pereira UNIGRANRIO Campus barra da tijuca
  • Nathália Paim Morais Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • Mariana de Sena Milagres Signorelli Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais
  • Jordana Bezerra da Silva Moreno Centro Universitário Uninovafapi
  • André Araujo Rocha Universidade Federal do Piauí
  • Leandro Posztbiegel Santos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n8p4928-4935

Palavras-chave:

Obsessões; Compulsões; ISRS.

Resumo

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é uma condição mental caracterizada por obsessões e compulsões que afetam significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Este artigo revisa a eficácia da farmacoterapia no tratamento do TOC, com ênfase nos Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS), que são a primeira linha de intervenção. A metodologia envolveu uma revisão sistemática de estudos recentes, selecionados nas bases de dados PubMed, Scielo e PsycINFO. Os resultados indicam que, embora os ISRS sejam eficazes na redução dos sintomas, doses mais elevadas são frequentemente necessárias, e a personalização do tratamento é essencial. A combinação de farmacoterapia com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), particularmente com a técnica de Exposição com Prevenção de Resposta (EPR), mostrou-se superior à monoterapia em termos de eficácia e prevenção de recaídas. As considerações finais destacam a importância de ajustar o tratamento às necessidades individuais dos pacientes para otimizar os benefícios terapêuticos e melhorar a adesão ao tratamento, enfrentando os desafios relacionados à variabilidade na resposta e aos efeitos colaterais dos medicamentos.

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Referências

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Publicado

2024-08-28

Como Citar

Cavalcante, R. L. de C., Rodrigues, L. I., Oliveira, R. F., Carvalho, A. C. A. S. de, Arrais , M. E. D. C. S., Neto, J. G. M., Folly , L. K., Carvalho, J. P. A. de, Cury , R. A. A., Rocha, J. G. P., Raimundo, I. D. S. C., Pereira, G. L. B., Morais, N. P., Signorelli, M. de S. M., Moreno, J. B. da S., Rocha , A. A., & Santos , L. P. (2024). FARMACOTERAPIA NO TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC) : BENEFÍCIOS E DESAFIOS NA PERSONALIZAÇÃO DO TRATAMENTO. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(8), 4928–4935. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n8p4928-4935