MANEJO DE SÍNDROME COMPARTIMENTAL ABDOMINAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE DESCOMPRESSÃO CIRÚRGICA E DESAFIOS PÓS-OPERATÓRIOS

Autores

  • Cirênio de Almeida Barbosa Universidade Federal de Ouro Preto
  • Cibele Ennes Ferreira Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Artur Leonel Carneiro Universidade Federal de Ouro Preto
  • Lucas Martins dos Santos Tannús Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte
  • Carlos Augusto Aglio Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte
  • José Carlos Vieira Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p706-718

Palavras-chave:

síndrome compartimental abdominal, descompressão cirúrgica, complicações pós-operatórias, manejo clínico

Resumo

Introdução: Este estudo de caso descreve a abordagem cirúrgica e os desafios pós-operatórios de um paciente que desenvolveu síndrome compartimental abdominal (SCA) após uma intervenção cirúrgica para correção de uma hérnia inguinoescrotal encarcerada. A SCA é uma complicação grave que exige descompressão emergente para restaurar a perfusão dos órgãos vitais e evitar disfunções orgânicas significativas. Objetivo: Avaliar a abordagem cirúrgica, os desafios pós-operatórios e as estratégias de manejo em um paciente que desenvolveu síndrome compartimental abdominal após a correção de uma hérnia inguinoescrotal encarcerada. Resultado: Centrará nos desafios de diagnóstico e manejo da SCA, incluindo a importância da monitorização da pressão intra-abdominal e as estratégias para a descompressão abdominal. Serão também abordadas as implicações dos desafios pós-operatórios e a gestão de pacientes com comorbidades significativas que podem complicar o tratamento da SCA. Conclusão: A SCA é uma complicação grave e potencialmente fatal após a correção de hérnia inguinoescrotal encarcerada, exigindo diagnóstico rápido e intervenção emergente. A monitorização da pressão intra-abdominal é crucial para o diagnóstico precoce e manejo eficaz. A descompressão abdominal emergente pode restaurar a perfusão dos órgãos vitais e prevenir disfunções orgânicas. Pacientes com comorbidades significativas requerem atenção especial no manejo pós-operatório para minimizar complicações e melhorar os resultados clínicos.

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Biografia do Autor

Cibele Ennes Ferreira, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Acadêmica em Ciências da Saúde, graduanda do curso de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Pesquisadora Júnior da área de Ciências da Saúde em Belo Horizonte - MG

Revisão e correção avançada de textos científicos.

ORCID: 0009-0003-5426-3543 https://orcid.org/0009-0003-5426-3543

Artur Leonel Carneiro, Universidade Federal de Ouro Preto

Especialista em Cirurgia Geral, do Aparelho Digestivo do Complexo Hospitalar Santa Casa/São Lucas de

Belo Horizonte e Cirurgião Oncológico pela AMB e CRM Especialista em Cirurgia

Bariátrica pelo CBC

Lattes: http://lattes.cnpq.br/409845938525498 

Lucas Martins dos Santos Tannús, Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte

Cirurgião Geral do Complexo Hospitalar Santa Casa/ São Lucas de Belo Horizonte

Membro Colégio Brasileiro de Cirurgiões (ACBC) 

Membro da Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH)

https://orcid.org/0000-0003-2413-2860

Carlos Augusto Aglio, Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora(1996). Urologista e Preceptor da Residência Médica de Urologia da Santa Casa de Belo Horizonte.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6453776117382383

José Carlos Vieira, Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte

Membro da Sociedade Brasileira de Urologia - Preceptor da Residência Médica do Serviço de Urologia da Santa Casa de Belo Horizonte.

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Publicado

2024-12-07

Como Citar

de Almeida Barbosa, C., Ennes Ferreira, C., Leonel Carneiro, A., Martins dos Santos Tannús, L., Augusto Aglio, C., & Carlos Vieira, J. (2024). MANEJO DE SÍNDROME COMPARTIMENTAL ABDOMINAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE DESCOMPRESSÃO CIRÚRGICA E DESAFIOS PÓS-OPERATÓRIOS. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(12), 706–718. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p706-718