PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA NEOPLASIA MALÍGNA DE CÓLON NO BRASIL ENTRE 2017 A 2022

Autores

  • Jhennifer Oliveira Vimercati FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Victor Salarolli Lorencini FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Maria Clara Queiroz Alves FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Sara dos Santos Carolino FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Raffael Nazario Laurentino FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Armando Nazario Ribeiro FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Matheus Kalleb Almeida de Arruda Santos FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.
  • Davi Rosalino Leoni FACULDADE BRASILEIRA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – MULTIVIX.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p6480-6489

Palavras-chave:

Saúde coletiva, Neoplasia Malígna, Cólon

Resumo

INTRODUÇÃO: O câncer colorretal (CCR) é uma neoplasia que agride o intestino grosso (cólon) e/ou reto. Relacionado com a nutrição, no qual o aumento da ingesta de gordura animal causa mutação e citotóxidade. Carne vermelha e processada, baixa ingesta de fibras alimentares e vegetais, contribui com o crescimento do tumor sólido. Os sintomas iniciais dependem das características do tumor e sua localização, tumores que estão na região do cólon direito levam ao surgimento de diarréia e dor vaga no abdôme (síndrome dispéptica). Todavia, no Brasil, a atenção primária a saúde falha em executar com primazia em exercer o aspecto educacional de forma ampla. OBJETIVO: Descrever o perfil epidemiológico da Neoplasia Malígna de Cólon no Brasil entre 2017 a 2022. METODOLOGIA: Estudo transversal descritivo com abordagem quantitativa e qualitativa, baseado na coleta dos dados presentes no Sistema de Informações Hospitalares, hospedado no DATASUS sobre Neoplasia Maligna de Cólon, notificadas no Brasil entre os períodos de janeiro de 2017 a dezembro de 2022. Os dados totalizaram 313.175 casos nesse período. Os indicadores utilizados foram: unidades da federação; gênero; faixa etária; e região de ocorrência. Para a revisão de literatura foi pertinente às palavras-chave e o assunto principal sobre Neoplasia Maligna de Cólon utilizando as bases de dados plataformas SciELO e PubMed. Foram selecionados artigos publicados nos últimos 16 anos e que apresentassem como foco a descrição da causa das principais formas de proliferação e definição dos problemas que potencializam a infecção da população brasileira. RESULTADOS: O número de internações por casos de Neoplasia maligna de Cólon foi de 313.175, sendo na região Sudeste a maior incidência, com 140.809 (44,96%) casos. O sexo masculino apresentou 155.479 (49,64%) casos e o sexo feminino apresentou cerca de 157.696 (50,35%). Adultos acima de 45 anos possuem as maiores incidências com 271.717 (86,76%) casos, no qual pacientes entre 60 a 64 anos apresentam o maior número (n=47.279). Em relação ao óbito, foram 25.176 (8,38%), sendo maior em pacientes idosos, acima de 60 anos, com 17.333 (68,84%) casos. A região Sudeste apresenta a maior taxa de mortalidade, 14.003 (55,62%) casos. CONCLUSÃO: Dessa forma, é fundamental o rastreio e a prevenção dessa neoplasia no sistema único de saúde, através de consultas, exames como a colonoscopia e ações de prevenção e conscientização no que tange a hábitos mais saudáveis, objetivando, desse modo, não apenas a incidência dessa neoplasia como também sua mortalidade.

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Publicado

2023-12-27

Como Citar

Vimercati, J. O., Lorencini, V. S., Alves, M. C. Q., Carolino, S. dos S., Laurentino, R. N., Ribeiro, A. N., Santos, M. K. A. de A., & Leoni, D. R. (2023). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA NEOPLASIA MALÍGNA DE CÓLON NO BRASIL ENTRE 2017 A 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(5), 6480–6489. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p6480-6489

Edição

Seção

Revisão de Literatura