UTILIZAÇÃO DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS E DA FIBRINA RICA EM PLAQUETAS NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS CRÔNICAS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p91-113

Palavras-chave:

Plasma rico em plaquetas, Fibrina rica em plaquetas, Doenças Crônicas, Cicatrização

Resumo

Objetivo: Analisar e avaliar a eficácia e os benefícios do uso do plasma rico em plaquetas e da fibrina rica em plaquetas como terapias para promover a cicatrização de feridas crônicas.  Metodologia: Trata-se de uma revisão da literatura em que a construção da pesquisa está amparada na questão "Qual é a eficácia e os benefícios do uso do plasma rico em plaquetas e da fibrina rica em plaquetas na promoção da cicatrização de feridas crônicas?" A pesquisa foi conduzida em 2023, por meio da consulta às bases de dados MEDLINE e LILACS.  Resultados: O plasma rico em plaquetas e a fibrina rica em plaquetas têm demonstrado eficácia na promoção da cicatrização de feridas crônicas. O plasma rico em plaquetas, com sua concentração aumentada de plaquetas e fatores de crescimento, mostrou resultados significativos no fechamento de úlceras diabéticas e venosas, reduzindo o tempo de cicatrização e diminuindo as dimensões das feridas. Da mesma forma, a fibrina rica em plaquetas, uma matriz de fibrina complexa, revelou-se crucial na cicatrização de feridas diabéticas, proporcionando uma liberação contínua de fatores de crescimento e melhorando a eficácia do tratamento. Conclusão: Ambas as terapias apresentam benefícios notáveis, oferecendo uma perspectiva otimista para a gestão eficaz de feridas persistentes e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com feridas crônicas.

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Biografia do Autor

Wanderlene de Oliveira do Nascimento, EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Uninovafapi.

Instituição: EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Elaynne Jeyssa Alves Lima, Centro Universitário UniFacid Wyden.

Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário UniFacid Wyden.

Maria Teresa da Silva Ferreira, EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Graduada em Enfermagem pela Universidade Estadual do Piauí.

Instituição: EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Anne Karolinne e Silva Alves, EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário UniFacid Wyden.

Instituição: EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Marle Araújo Luz de Carvalho, EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Mestre em Ciências Ambientais e da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Instituição: EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Maria Gizelda Gomes Lages, Universidade Federal de Minas Gerais.

Mestre em Microbiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Ana Hilda Silva Soares, EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Uninovafapi.

 Instituição: EBSERH/Hospital Universitário do Piauí.

Donato Pirozzi, Universidade Federal de Minas Gerais.

Mestre em Microbiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Mirella Lino de Sousa, Asces.

Graduada em Odontologia pela Asces.

Mirna Freitas de Sousa , Centro Universitário Santo Agostinho.

Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário Santo Agostinho.

Renan Augusto Marins, Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Graduando em Enfermagem pela Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Mikhael Buzon Lessa, Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Mestrando em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Antonio Inácio da Silva, Centro de Estudos Superiores de Maceió.

Graduado em Enfermagem pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió.

Adeânio Almeida Lima, Instituto de Saúde Coletiva.

Doutorando em Saúde Coletiva pelo o Instituto de Saúde Coletiva.

Isabel Cristina Adão Schiavon, Universidade de São Paulo.

Doutora em Enfermagem pela Universidade de São Paulo.

Andrezza do Espírito Santo Cucinelli, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Publicado

2024-01-03

Como Citar

Nascimento, W. de O. do, Lima, E. J. A., Ferreira, M. T. da S., Alves, A. K. e S., Carvalho, M. A. L. de, Lages, M. G. G., Soares, A. H. S., Pirozzi, D., Sousa, M. L. de, Sousa , M. F. de, Marins, R. A., Lessa, M. B., Silva, A. I. da, Lima, A. A., Schiavon, I. C. A., & Cucinelli, A. do E. S. (2024). UTILIZAÇÃO DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS E DA FIBRINA RICA EM PLAQUETAS NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS CRÔNICAS. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(1), 91–113. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p91-113

Edição

Seção

Revisão de Literatura