PREVALÊNCIA DO ALONGAMENTO DO PROCESSO ESTILOIDE EM UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL.

Autores

  • Joseph Araújo Cavalcanti Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Lucas Correia Sampaio Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Raul Medeiros de Siqueira Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Cauã Araújo Moura Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Raimundo Hebert Ribeiro de Souza Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Kaique Cesar Freitas Soares Graduando do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Maria Evlly Silva Braz Graduanda do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Marina Cartaxo Martins Pitanga Graduanda do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Erasmo de Almeida Júnior Docentes do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)
  • Émerson de Oliveira Ferreira Docentes do Curso de Medicina da FAP-Araripina (PE)

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p3104-3113

Palavras-chave:

alongamento, processo estiloide, crânios secos.

Resumo

Em Anatomia, variação anatômica é um desvio da morfologia normal de um órgão ou estrutura de um indivíduo, e dentre as diversas variações anatômicas, observamos algumas no crânio. Assim sendo, no presente estudo, pretendemos descrever a prevalência do alongamento do processo estiloide em uma Coleção Osteológica da Região Nordeste do Brasil. Para o nosso estudo foram utilizados 500 crânios secos de adultos, sendo 182 do sexo feminino e 318 do sexo masculino. Todos os crânios pertencem ao acervo do Centro de Antropologia Forense da Faculdade de Medicina da FAP-Araripina, localizada no Estado de Pernambuco, Brasil. Para coleta dos dados, foi utilizado o método de abordagem indutivo com técnica de observação sistemática e direta para coleta dos dados e procedimento descritivo para análise dos mesmos. De acordo com os dados, obtivemos os seguintes resultados. Com relação a amostra total (n=500), verificamos a ausência do processo estiloide alongado em 471, representando 94,2% dos casos. Em 8 crânios (1,6%) encontramos o alongamento na forma bilateral. O alongamento unilateral direito apareceu em 9 casos (1,8%) e do lado esquerdo em 12 crânios, representando 2,4% dos casos. A presença desta estrutura foi mais frequente no sexo masculino do que no feminino. Devido à grande importância desta variação para a clínica, faz-se necessário novos estudos em nossa população.

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Publicado

2023-11-16

Como Citar

Cavalcanti, J. A., Sampaio, L. C., Siqueira, R. M. de, Moura, C. A., Souza, R. H. R. de, Soares, K. C. F., Braz, M. E. S., Pitanga, M. C. M., Júnior, E. de A., & Ferreira, Émerson de O. (2023). PREVALÊNCIA DO ALONGAMENTO DO PROCESSO ESTILOIDE EM UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(5), 3104–3113. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p3104-3113

Edição

Seção

Artigo Original