Epidemiologia das internações por Esclerose Múltipla entre 2020 a 2022

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n9p1539-1550

Palavras-chave:

Esclerose múltipla; Morbidade; Epidemiologia; Brasil

Resumo

A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica e degenerativa do sistema nervoso central que leva a uma variedade de sintomas neurológicos devido à inflamação e desmielinização. Este estudo explora a epidemiologia das internações por EM no Brasil entre 2020 e 2022, focando nas variações regionais, prevalência e fatores de risco associados. O estudo investigou a epidemiologia das internações por esclerose múltipla (EM) no Brasil de 2020 a 2022, analisando aspectos como variações regionais, prevalência e fatores de risco. A pesquisa utilizou uma metodologia epidemiológica quantitativa e retrospectiva, baseando-se em dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS, com análise focada em variáveis demográficas e clínicas através do Microsoft Excel. Os resultados indicaram uma maior incidência de internações na região Sudeste, possivelmente devido a uma melhor infraestrutura de saúde e maior densidade populacional. Observou-se um aumento geral no número de internações ao longo do período analisado, com destaque para o aumento significativo na região Centro-Oeste. A discussão sugere que o aumento de casos pode ser atribuído a uma maior conscientização e avanços no diagnóstico. Foi também notada a coexistência da EM com outras comorbidades, reforçando a necessidade de um tratamento integrado e abordagens de saúde pública que garantam acesso equitativo ao diagnóstico e tratamento, especialmente nas regiões com maior número de internações. O estudo ressalta a importância de políticas de saúde informadas e adaptadas às características regionais para um manejo eficaz da EM no Brasil.  

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Publicado

2024-09-05

Como Citar

Cristovam Pina, G., de Castro Queiroz Pereira, M., Silva Carvalhaes, D., Ramos Vasconcelos, L., & Vitor Franco Dourado, M. (2024). Epidemiologia das internações por Esclerose Múltipla entre 2020 a 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(9), 1539–1550. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n9p1539-1550