RASTREAMENTO E TRATAMENTO DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTS) NA GESTANTE

Autores

  • Maria Eduarda Bezerra do Nascimento Centro Universitário Fametro
  • Marcos Vinicios Alves de Sá Graduando em Ciências Biológicas, Universidade Estadual do Maranhão, Caxias, Maranhão
  • Alan Eduardo Seglin Mendes Universidade Federal de Lavras (UFLA) Graduando em Medicina
  • Lohanna Gama Nunes UNIFAMAZ - Centro Universitário Metropolitano da Amazônia Graduanda em Medicina
  • Adilson Gomes Campos Enfermeiro pela UFMT Docente do curso de medicina da Univag (universidade de várzea grande)
  • Bruna Stéfanny Mota de Oliveira Enfermeira Centro Universitário Euro-Americano https://orcid.org/0009-0008-3552-9875
  • Felipe Guimarães Cardão Povoleri Graduando em Medicina Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) https://orcid.org/0009-0002-9202-5426
  • Matheus Rodrigues de Barros Graduando em Medicina Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) https://orcid.org/0009-0009-4098-2081
  • Rodrigo Aleixo Pereira de Souza Graduando em Medicina Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) https://orcid.org/0009-0002-9729-836X
  • José Henrique Resende Carvalho Graduando em Medicina Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) https://orcid.org/0009-0004-4300-7875
  • Lucas Avinner Afonso de Oliveira Graduando em Medicina Universidade Federal de Juiz de Fora https://orcid.org/0000-0003-0868-5561
  • João Vitor de Oliveira Graduando em Medicina - UFJF https://orcid.org/0009-0004-3127-524X

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p821-831

Palavras-chave:

Infecções sexualmente transmissíveis; Gestação; Transmissão vertical.

Resumo

Introdução: Doenças transmitidas em gestantes podem causar efeitos adversos na gravidez devido à transmissão vertical, aumentando a morbimortalidade em gestantes e seus bebês. As IST em mulheres grávidas podem causar nados-mortos, parto prematuro, baixo peso à nascença, sépsis cegueira, pneumonia e defeitos congénitos. Objetivo: Ao revisar a literatura sobre a epidemiologia das ISTs em gestantes no Brasil, pretendemos reduzir os casos de ISTs e proteger o feto das diversas consequências que podem resultar da transmissão vertical. Métodos: Este estudo foi realizado por meio de uma revisão integrada da literatura, com foco em artigos científicos publicados nas bases MEDLINE (Medical Literature Analysis and Online Retrieval System), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e BDENF). Os seguintes termos foram utilizados no estudo (“IST” e “gravidez” e “transmissão vertical”). Resultados: Como resultado da análise dos trabalhos selecionados, as deficiências da assistência pré-natal relacionadas à prevenção da sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis durante a gravidez e sem uso de preservativo, mostram a importância do diagnóstico e tratamento precoce, reduzindo assim a taxa transmissão vertical. Conclusão: Fica claro que o tratamento adequado das gestantes com IST centra-se nas questões relacionadas ao seu impacto na mortalidade neonatal. Isso ocorre porque essas doenças têm efeitos negativos na gestante, no feto e no desenvolvimento após o nascimento.

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Publicado

2024-07-08

Como Citar

Nascimento, M. E. B. do, Sá, M. V. A. de, Mendes, A. E. S., Nunes, L. G., Campos , A. G., Oliveira , B. S. M. de, Povoleri, F. G. C., Barros, M. R. de, Souza , R. A. P. de, Carvalho , J. H. R., Oliveira, L. A. A. de, & Oliveira , J. V. de. (2024). RASTREAMENTO E TRATAMENTO DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTS) NA GESTANTE. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(7), 821–831. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p821-831