MORTALIDADE POR NEOPLASIA MALIGNA DE MAMA ENTRE 2018 E 2022 NO BRASIL

Autores

  • Lettícya dos Santos Lopes Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Bianca Brito Lima Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Bianca Cantuária Coutinho Printes Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Clara Beatriz Sousa da Silva Bacharel em Fisioterapia pela Faculdade de Recife - PE https://orcid.org/0009-0004-1196-606X
  • Clara Cecília Rodrigues Mendes Universidade de Rio Verde
  • Clara Lima Danda Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Ceuma - MA
  • Elisa Brollo Luz Godinho Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Heloísa Guimarães Mann Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Islaínne Silva Mendes Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Izabella Nogueira de Souza Lenza Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Juliana Miranda Caetano Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Federal da Grande Dourados - MS
  • Luísa Barreiros Soares Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Federal da Grande Dourados - MS
  • Maria Vitória Clemente de Araújo Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Matheus Gabriel Bonfim Telles Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Federal da Grande Dourados - MS
  • Priscilla Rosa Gondin Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Federal da Grande Dourados - MS
  • Rafaella Khouri Fernandes Acadêmico (a) de Medicina da Universidade Federal da Grande Dourados - MS
  • Thaís dos Santos Ferreira Acadêmico (a) de Medicina da Universidade de Rio Verde – GO
  • Ana Paula Fontana Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Goiás – UFG – GO

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p872-884

Palavras-chave:

Neoplasia Maligna, Neoplasias da Mama, Registros de Mortalidade

Resumo

INTRODUÇÃO: A neoplasia maligna da mama é uma condição de saúde pública considerável, com relevância tanto nacional quanto mundial. OBJETIVO: Analisar e descrever o panorama de mortalidade por neoplasia maligna de mama entre 2018 e 2022 com previsões até 2025. MATERIAIS E MÉTODOS: O presente estudo epidemiológico caracteriza-se como ecológico analítico e descritivo, cuja finalidade é centrada na exposição quantitativa do quadro de mortalidade por neoplasia maligna de mama no Brasil nos anos de 2018 a 2022. Faz-se presente na pesquisa dados das “Estatísticas Vitais” no item “Mortalidade – desde 1996 pelo CID-10”, em particular registros da sessão “Mortalidade Geral”, com abrangência no Brasil por região e unidade de federação, contidos no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Em 2018, a mortalidade por neoplasia maligna de mama no Brasil foi de 8.52 óbitos por 100 mil habitantes. No ano seguinte, o valor observado aumentou para 8.71 e em 2020, o indicador voltou para 8.52. Nos anos de 2021 e 2022, houve um ligeiro aumento para 8.61 e 9.01 respectivamente. Conforme as estatísticas de projeções, em 2023, a previsão foi de 9.01 (IC 95%: 8.74 a 9.29), para 2024 estima-se 9.11 (IC 95%: 8.84 e 9.39) e no ano de 2025 é esperado 9.21 (IC 95%: 8.94 e 9.49). CONSIDERAÇÕES FINAIS: Observa-se um padrão de aumento gradual, intercalado por pequenas variações, que indica a necessidade de atenção. As previsões futuras sugerem uma continuidade desse aumento, o que evidencia a importância de uma análise mais aprofundada das possíveis causas subjacentes e a implementação de medidas para prevenir e mitigar os efeitos desse cenário na saúde da população.

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Referências

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Publicado

2024-07-09

Como Citar

Lopes, L. dos S., Lima, B. B., Printes, B. C. C., Silva, C. B. S. da, Rodrigues Mendes, C. C., Danda, C. L., Godinho, E. B. L., Mann, H. G., Mendes, I. S., Lenza, I. N. de S., Caetano, J. M., Soares, L. B., Araújo, M. V. C. de, Telles, M. G. B., Gondin, P. R., Fernandes, R. K., Ferreira, T. dos S., & Fontana, A. P. (2024). MORTALIDADE POR NEOPLASIA MALIGNA DE MAMA ENTRE 2018 E 2022 NO BRASIL. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(7), 872–884. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p872-884