HIPERTENSÃO ARTERIAL: PREVALÊNCIA, TRATAMENTO E CONTROLE DA DOENÇA

Autores

  • David Capachi Alvim Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba – AFYA
  • Victoria Alves Pinho FAHESP- IESVAP
  • Johnny Alencar Vasconcelos Afya Palmas
  • Leandra Nogueira Corrêa Estácio de Sá
  • Jairo Moraes Romani Estácio de Sá https://orcid.org/0000-0002-8209-712X
  • Nayara Fernandes dos Reis Bovi Unig Itaperuna
  • Gabrielly Silveira Peçanha De Figueiredo UNIGRANRIO - UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - "JOSÉ DE SOUZA HERDY"
  • Norma Rafaella Uchôa Espíndola centro universitário Maurício de Nassau ( uninassau)
  • Regina Alves Aguiar UNIGRANRIO - UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - "JOSÉ DE SOUZA HERDY&quot
  • Danielle Crespo Rangel Barcellos UNIGRANRIO - UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - "JOSÉ DE SOUZA HERDY"
  • Renato Gonçalves dos Santos Júnior UNIGRANRIO - UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - "JOSÉ DE SOUZA HERDY
  • Gabriela Sarmento de Mendonça Pinto UNIGRANRIO - UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - "JOSÉ DE SOUZA HERDY
  • Paloma Encinas Beramendi Silva Universidade Estácio de Sá - UNESA
  • Luciano Pinto Paulino Universidade Estácio - Unesa
  • Maria Eduarda Gonçalves Nunes Centro Universitário Uninovafapi, Teresina-PI

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p293-301

Palavras-chave:

Hipertensão; Atenção Básica; Saúde.

Resumo

Neste artigo você vai ter a oportunidade de compreender que a hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica não transmissível de origem multifatorial, e além disso, compreender o diagnóstico da HAS, os fatores de risco associados e o manejo do cuidado. Este estudo parte de uma revisão bibliográfica, onde foram realizados levantamentos bibliográficos a partir do tema, entendendo ser um instrumento seguro para a realização desta pesquisa. Além disso, nas ações de rastreamento os profissionais de saúde devem estar sensíveis aos sinais e sintomas da hipertensão para o direcionamento das ações. Pessoas que apresentam cefaleia, náusea, mal-estar, dor na nuca, dor atrás dos olhos, dor precordial, angina, fadiga e alteração na medida da pressão arterial sem causa aparente podem ter desenvolvido hipertensão arterial e devem ser rastreadas e identificadas precocemente para tratamento oportuno.

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Referências

BARROSO, W. K. S. et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq Bras Cardiol, v. 116, n. 3, p. 516-658, 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. (Cadernos de Atenção Básica, n. 35). Disponível em:

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategias_cuidado_pessoa_doenca_cronica_cab35.pdf Acesso em: 16 nov. 2023.

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Publicado

2024-03-04

Como Citar

Alvim, D. C., Pinho, V. A., Vasconcelos, J. A., Corrêa, L. N., Romani , J. M., Bovi, N. F. dos R., Figueiredo, G. S. P. D., Espíndola , N. R. U., Aguiar, R. A., Barcellos, D. C. R., Júnior, R. G. dos S., Pinto , G. S. de M., Silva , P. E. B., Paulino , L. P., & Nunes , M. E. G. (2024). HIPERTENSÃO ARTERIAL: PREVALÊNCIA, TRATAMENTO E CONTROLE DA DOENÇA. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(3), 293–301. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p293-301

Edição

Seção

Revisão de Literatura