ABORDAGEM TERAPÊUTICA DE NEOPLASIAS GINECOLÓGICAS POR MEIO DE UMA PERSPECTIVA MULTIDISCIPLINAR

Autores

  • Juliane Carvalho Moreira da Silva Graduada em Medicina pela UniFacid, Teresina, Piauí.
  • Giovani Araujo Leite Graduada em Medicina pela Unitpac, Araguaína-TO
  • Isabella Carolline Prado de Melo Graduanda em Medicina pela UNITPAC / Araguaína- TO
  • Lays Ferreira Fava Graduanda em Medicina pela UniRedentor, Itaperuna-RJ
  • Caroline Paula Marquetti Graduanda em Medicina pela Centro Universitário São Lucas Afya - Porto Velho/RO
  • Luciane Mari Brito Cavalcante Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário São Lucas -Porto velho/Rondônia
  • Bruna Luiza da Silva Costa Graduanda em Medicina pela Uninovafapi
  • Cyntya Halynne Ferreira da Ponte Graduanda em Medicina pela Iesvap, Parnaiba – Piauí
  • Marina Sampaio Fortes Graduanda em Medicina pela Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e da Saúde do Piauí - FAHESP
  • Suzana Mioranza Bif Graduanda em Medicina pela UNINASSAU, Cacoal – RO
  • Diogo Alves Peres Bezerra Graduando em Medicina pela Uninovafapi , Teresina, PI
  • Laura Victoria bravo Rodrigues Rosi Graduanda em Medicina pela afya faculdade de ciências médicas palmas – Tocantins,
  • Camila Gabrielly Oliveira Ferreira Graduanda em Medicina pela Universidade Unigranrio (Duque de Caxias) | Afya . Rio de janeiro, RJ.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p1104-1114

Palavras-chave:

Neoplasias ginecológicas; Tratamento multidisciplinar; Câncer.

Resumo

Este artigo aborda a crescente preocupação com a saúde pública relacionada ao câncer no Brasil, com enfoque nas neoplasias ginecológicas em mulheres. O câncer durante a gravidez, embora raro, está se tornando mais comum, especialmente em idades avançadas. Neoplasias como câncer de mama e colo do útero exigem tratamentos complexos, incluindo quimioterapia e cirurgia. A natureza multifatorial do câncer, envolvendo fatores como condições de trabalho, predisposição genética e influências ambientais, demanda uma abordagem abrangente e multidisciplinar. A intervenção nesse contexto, considerando corpo, mente e espírito, torna-se crucial no cuidado a pacientes oncológicos, exigindo não apenas conhecimento técnico, mas também preparação emocional e uma visão holística do paciente. O artigo se concentra na eficácia da abordagem multidisciplinar na terapia de neoplasias ginecológicas, destacando a importância da colaboração entre diferentes especialidades médicas. Utilizando a estratégia PICo, a metodologia inclui uma revisão integrativa da literatura em bases de dados reconhecidas, como LILACS, MEDLINE e BDENF, identificando trabalhos recentes publicados nos últimos 10 anos. Os resultados apontam melhorias na sobrevida de pacientes submetidos a tratamentos multidisciplinares, com estudos indicando redução no risco de recidiva em casos de câncer de colo do útero e mama. Além disso, a atuação multidisciplinar contribui para a qualificação dos profissionais de saúde, promovendo melhorias na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer ginecológico. O artigo enfatiza a necessidade de uma visão abrangente no cuidado a pacientes oncológicos, especialmente em neoplasias ginecológicas, destacando a importância da colaboração entre diferentes disciplinas. A conclusão ressalta a vitalidade da abordagem multidisciplinar como estratégia eficaz, apelando para sua implementação contínua no cenário clínico. A integração harmoniosa de diferentes modalidades de tratamento e suporte emocional não apenas melhora os resultados clínicos, mas também impacta positivamente na qualidade de vida das pacientes, reforçando a importância da colaboração interdisciplinar para um futuro mais eficaz e centrado na paciente.

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Publicado

2024-01-15

Como Citar

Silva , J. C. M. da, Leite , G. A., Melo , I. C. P. de, Fava , L. F., Marquetti , C. P., Cavalcante, L. M. B., Costa , B. L. da S., Ponte , C. H. F. da, Fortes , M. S., Bif , S. M., Bezerra , D. A. P., Rosi , L. V. bravo R., & Ferreira , C. G. O. (2024). ABORDAGEM TERAPÊUTICA DE NEOPLASIAS GINECOLÓGICAS POR MEIO DE UMA PERSPECTIVA MULTIDISCIPLINAR. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(1), 1104–1114. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p1104-1114

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Artigo Original