Abstract
Introduction: In tropical regions, dengue is one of the main public health problems, so it is urgent to carry out measures to control the disease. Objective: To evaluate the impact of dengue primary prevention campaigns on the epidemiology of the disease in the city of Belém-PA. Methods: This is an observational, cross-sectional study with a quantitative analytical approach, carried out with secondary data. Data were collected from prevention campaigns carried out by SESMA and from dengue cases from 2014 to 2018 registered on the DATASUS platform. Data analysis was performed using a Gaussian temporal trend, 6th order parabolic model and linear correlation. Results: Four trends were observed in the dengue incidence rate (DIR) in 265 epidemiological weeks: A) Progressive increase in DIR from 2014 to 2015; B) Large increase in incidence in 2015; C) Decrease in incidence in 2016 and D) DIR oscillation from 2017 to 2018, with the end of 2018 showing the lowest numbers. The correlation between dengue and prevention campaigns was weak in all years, however, significant in 2017 and 2018, with p=0.0002/R=0.4889 and p=0.0051/R= - 0, 3826 respectively. Conclusion: The DIR had an oscillatory profile and showed a decrease over the period studied, having a weak correlation with the analyzed prevention actions, which was significant in 2017 and 2018.
References
OPAS - Organização Pan-Americana da Saúde. OMS - Organização Mundial da Saúde. Dengue. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/dengue
Brasil. Ministério da Saúde. Dengue. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Monitoramento dos casos de arboviroses urbanas causados por vírus transmitidos pelo mosquito Aedes (dengue, Chikungunya e Zika), semanas epidemiológicas 1 a 48, 2021. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2021/boletim_epidemiologico_svs_45.pdf
Neiva HS, Cardoso C. Climate and Dengue Fever: an aid to understand the epidemic in the city of Rio de Janeiro. Rev Políticas Públicas. 27 de setembro de 2018;22:1135–50. https://doi.org/10.18764/2178-2865.v22nEp1135-1150
Clima Monitoramento Brasil - CPTEC/INPE. Disponível em: http://clima1.cptec.inpe.br/monitoramentobrasil/pt
Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Notificações registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Pará - Dengue. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/denguebpa.def
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_prevencao_controle_dengue.pdf
Teixeira MG, Barreto ML, Guerra Z. Epidemiologia e medidas de prevenção do Dengue. Inf Epidemiológico Sus. dezembro de 1999;8(4):5–33. http://dx.doi.org/10.5123/S0104-16731999000400002
SESMA – Secretaria Municipal de Saúde. Disponível em: https://sesma.belem.pa.gov.br
Perdigão DM, Herlinger M, White OM. Teoria e prática da pesquisa aplicada. Rio de Janeiro: Elsevier; 2011. pág 28-30.
Conselho Nacional de Saúde. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/ultimas_noticias/2013/06_jun_14_publicada_resolucao.html
DATASUS – Ministério da Saúde. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br
Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/vigilancia_doencas_agravos_nao_transmissiveis_promocao_saude.pdf
Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes) | Sesab. Disponível em: http://www.saude.ba.gov.br/sobre-a-sesab/coes
Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Estação meteorológica de Belém, dados de pluviosidade mensal e temperatura média mensal – Brasil. 2022. Disponível em: https://bdmep.inmet.gov.br
Wilder-Smith A. Can dengue virus be sexually transmitted? J Travel Med. 10 de maio de 2019;26(3):tay157.
https://doi.org/10.1093/jtm/tay157
Mol MPG, Queiroz JTM, Gomes J, Heller L. Gestão adequada de resíduos sólidos como fator de proteção na ocorrência da dengue. Rev Panam Salud Pública. 9 de abril de 2020;44:e22.
https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.22
Xavier LA, Rocha GB, Cunha JV de P, Amaral JAT, Rodrigues JP, Hanna LMO, et al. Impacto da pluviosidade na incidência de Dengue durante a pandemia de COVID-19 no município de Belém-Pará. Braz J Health Rev. 16 de novembro de 2022;5(6):22772–89.
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n6-075
Souza VF. Vigilância epidemiológica como base para o desenvolvimento das ações de educação em saúde. 15 de fevereiro de 2014. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUBD-9ZQFFF
Alecrim JS, Cotta A, Castro JM. Relação entre as Ações de Prevenção da Dengue e o Impacto Causado sobre os Casos Notificados no Município de Ipatinga entre os anos de 2009 e 2010. J Health Sci. 2016;18(4):286–90
https://doi.org/10.17921/2447-8938.2016v18n4p286-90
Santos LKF, Pessôa VML, Santos TS, Bragagnollo GR, Machado GP, Munõz SIS et al. Perfil epidemiológico da dengue em um estado do nordeste brasileiro, 2011 a 2015 | Revista Eletrônica Acervo Saúde. 18 de maio de 2019.
https://doi.org/10.25248/reas.e423.2019
Vera CSN, Almeida IFE, Santana RO, Miranda SS. Avaliação da taxa de incidência anual de dengue no município de Salvador-BA entre anos de 2007 a 2019 e delineamento do perfil epidemiológico nos anos de 2011 e 2013. Rev Ciênc Médicas E Biológicas. 5 de dezembro de 2020;19(3):379–85. https://doi.org/10.9771/cmbio.v19i3.34802
Verbrugge LM, Wingard DL. Sex differentials in health and mortality. Women Health. 1987;12(2):103–45.
https://doi.org/10.1300/J013v12n02_07
Tabela 6403: População, por cor ou raça. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/6403
Cutler DM, Lleras-Muney A, Vogl T. Socioeconomic Status and Health: Dimensions and Mechanisms. National Bureau of Economic Research. 2008.
https://doi.org/10.3386/w14333
Lenzi MF, Coura LC. Prevenção da dengue: a informação em foco. Rev Soc Bras Med Trop. agosto de 2004;37:343–50.
https://doi.org/10.1590/S0037-86822004000400011
Santos CH, Sousa FY de, Lima LR de, Stival MM. Perfil Epidemiológico do Dengue em Anápolis-GO, 2001 – 2007. Rev Patol Trop J Trop Pathol. 2009;38(4):249–60. https://doi.org/10.5216/rpt.v38i4.8588
Barbosa JR, Barrado JCS, Zara ALSA, Siqueira Júnior JB. Avaliação da qualidade dos dados, valor preditivo positivo, oportunidade e representatividade do sistema de vigilância epidemiológica da dengue no Brasil, 2005 a 2009. Epidemiol E Serviços Saúde. março de 2015;24(1):49–58.
https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000100006
Gonçalves Neto VS, Rebêlo JMM. Aspectos epidemiológicos do dengue no Município de São Luís, Maranhão, Brasil, 1997-2002. Cad Saúde Pública. outubro de 2004;20:1427–31.
https://doi.org/10.1590/S0102-311X2004000500039
Ribeiro AF, Marques GRAM, Voltolini JC, Condino MLF. Associação entre incidência de dengue e variáveis climáticas. Rev Saúde Pública. agosto de 2006;40:671–6.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2023 Lucas Quaresma Martins, Carolina Gomes da Silva, Márcia Larissa Batista Alho, Cássio Freitas Moraes, José Vitor Araújo de Sousa, Alcinês da Silva Sousa Júnior, Alder Mourão de Sousa, Leila Maués Oliveira Hanna