DOENÇAS CRÔNICAS E A BAIXA ADESÃO AO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

Autores

  • Renan Italo Rodrigues Dias Mestrando em Educação - Instituto Educacional de Assis.
  • Maria Eduarda de Sá Bonifácio Rocha graduanda em enfermagem - centro universitário UniFacid Wyden
  • Matheus Gomes da Costa Mestrando em Biodiversidade, Ambiente e Saúde - Universidade Estadual do Maranhão
  • Ítalo Íris Boiba Rodrigues da Cunha Medicina - Universidade Nilton Lins
  • Alessandra Mary Fonseca de Souza Cunha Fisioterapeuta - Universidade Federal do Parana
  • Bruno Leonardo de Souza Serra Curso em andamento ou com formação completa e especializações: curso de farmácia em andamento - Universidade Federal do Maranhão - UFMA
  • Gleice da Costa Cardoso Nutricionista e Profissional de Educação física - esp.: Educação física escolar / Fisiologia e Treinamento Resistido - Unama/Santarém
  • Clarice Pereira de Jesus Rodrigues medicina - universidade Nilton Lins
  • Ametista de Oliveira Queiroz Medicina Centro Universitário Nilton Lins
  • Lucilene Nogueira dos Santos Souza Medicina Universidade Nilton Lins
  • Morgana Albuquerque Prates Especialização saúde da família Fiocruz - Fiocruz
  • Jamilly Lino Marques Medicina - Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p2926-2938

Palavras-chave:

Doença, Tratamento, Farmacológico, Hospital, Pessoas.

Resumo

As doenças crônicas representam um desafio significativo para a saúde global, caracterizado por sua longa duração e impacto contínuo na qualidade de vida. A baixa adesão ao tratamento farmacológico é um problema recorrente nesse contexto, afetando a eficácia terapêutica e a progressão da doença. Essa falta de adesão pode resultar de diversos fatores, incluindo complexidade do regime terapêutico, efeitos colaterais dos medicamentos, custos, implicações e percepções individuais, esquecimento ou falta de entendimento sobre a importância do tratamento. Os efeitos da baixa adesão são significativos, levando a complicações evitáveis, hospitalizações frequentes e um aumento da carga de morbidade e mortalidade. Estratégias para melhorar a adesão ao tratamento farmacológico, intervenções educacionais, simplificação dos regimes de medicação, uso de lembretes, apoio social e acompanhamento regular por profissionais de saúde. O emprego de tecnologia, como aplicativos e dispositivos eletrônicos, também foi mostrado útil na melhoria da adesão. É essencial que haja uma abordagem multidisciplinar para enfrentar a baixa adesão ao tratamento, envolvendo médicos, farmacêuticos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Além disso, a criação de um ambiente de suporte que leve em consideração as necessidades e preocupações individuais dos pacientes é crucial para promover uma adesão eficaz ao tratamento. Em resumo, a baixa adesão ao tratamento farmacológico em doenças crônicas representa um desafio significativo, afetando a eficácia terapêutica e o prognóstico dos pacientes. Estratégias que consideram a complexidade do comportamento humano e abordagens personalizadas são fundamentais para melhorar a adesão, resultando em mais bem resultados de saúde e qualidade de vida para os pacientes afetados por doenças crônicas.

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Referências

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Publicado

2023-11-14

Como Citar

Dias, R. I. R., Rocha, M. E. de S. B., Costa, M. G. da, Cunha, Ítalo Íris B. R. da, Cunha, A. M. F. de S., Serra, B. L. de S., Cardoso, G. da C., Rodrigues, C. P. de J., Queiroz, A. de O., Souza, L. N. dos S., Prates, M. A., & Marques, J. L. (2023). DOENÇAS CRÔNICAS E A BAIXA ADESÃO AO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(5), 2926–2938. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p2926-2938

Edição

Seção

Artigo Original