Esôfago de Barret: Diagnóstico e Manejo

Autores

  • Luiz Felipe Castro Vaz Poloniato Universidade de Rio Verde – Campus Aparecida de Goiânia https://orcid.org/0000-0002-0066-6596
  • Gabriel Gonçalves Rezende Oliveira Universidade Evangélica de Goiás
  • Hiago Vinícius de França Universidade Evangélica de Goiás
  • Renan Rodrigues de Oliveira Cunha Universidade Evangélica de Goiás https://orcid.org/0000-0002-1958-6502
  • Gabriel de Oliveira Pereira Universidade Evangélica de Goiás
  • Fernanda Furtado Fernandes UNIFESO Centro Universitário Serra dos Órgãos
  • Pedro Paulo Martins Ferreira Neto UNIGRANRIO Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy
  • Guilherme Fontes de Sousa Skaf Abdala Pontifícia Universidade Católica de Goiás
  • Isadora Garcia de Paula Pontifícia Universidade Católica de Goiás
  • Vinícius Coutinho Mendanha Universidade Evangélica de Goiás
  • Heitor Carvalho Sintra Universidade Evangélica de Goiás
  • Davi Mamede da Luz Universidade Evangélica de Goiás
  • Eduarda Arantes Gonçalves Universidade Evangélica de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p1616-1626

Palavras-chave:

Metaplasia Intestinal, Diagnóstico, Vigilância Endoscópica

Resumo

O refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma condição na qual o conteúdo ácido do estômago reflui para o esôfago, causando sintomas como azia, regurgitação e dor no peito. O diagnóstico do DRGE é baseado na avaliação clínica e pode envolver testes de monitoramento do pH esofágico. O tratamento do DRGE é multifacetado e inclui intervenções medicamentosas e não medicamentosas. Os inibidores da bomba de prótons (IBPs) são frequentemente prescritos para reduzir a produção de ácido gástrico e aliviar os sintomas. Além disso, a modificação da dieta, a perda de peso e mudanças no estilo de vida, como elevar a cabeceira da cama e evitar refeições antes de dormir, desempenham um papel crucial na gestão do DRGE. As complicações do DRGE incluem o desenvolvimento de esofagite de Barrett, uma condição na qual o epitélio escamoso normal do esôfago é substituído por metaplasia intestinal. O Esôfago de Barrett está associado a um maior risco de câncer de esôfago, especialmente em casos de displasia de alto grau. Portanto, a detecção precoce e a vigilância regular por meio de endoscopia são essenciais para prevenir complicações graves. A mortalidade está relacionada à progressão da doença para o câncer de esôfago, particularmente em estágios avançados. Portanto, o diagnóstico precoce e a intervenção oportuna são fundamentais para reduzir a mortalidade associada ao DRGE. Uma abordagem multidisciplinar, envolvendo profissionais de saúde como gastroenterologistas, cirurgiões e outros especialistas, é necessária para fornecer um cuidado abrangente e personalizado aos pacientes com DRGE. O tratamento adequado do DRGE visa aliviar os sintomas, prevenir complicações graves e melhorar a qualidade de vida dos pacientes afetados por essa condição gastrointestinal comum.

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Referências

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Publicado

2023-10-24

Como Citar

Poloniato, L. F. C. V., Oliveira, G. G. R., França, H. V. de, Cunha, R. R. de O., Pereira, G. de O., Fernandes, F. F., Ferreira Neto, P. P. M., Abdala, G. F. de S. S., de Paula, I. G., Mendanha, V. C., Sintra, H. C., da Luz, D. M., & Gonçalves, E. A. (2023). Esôfago de Barret: Diagnóstico e Manejo . Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(5), 1616–1626. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p1616-1626

Edição

Seção

Revisão de Literatura