Mortalidade Materna no Brasil (2013-2023): Desigualdades Regionais nas Causas Obstétricas

Autores

  • Thaina Gomes de Freitas Universidade da Amazônia
  • Agatha Janaina Monteiro Viana Universidade da Amazônia
  • Amanda Gaia de Miranda Universidade da Amazônia
  • Beatriz Hamú Faria
  • Bianca Luana Aparecida Ferraz Saraiva Universidade da Amazônia
  • Everton Rodrigo da Silva Pinto Universidade da Amazônia
  • Marcela Helena Rocha Oliveira Universidade da Amazônia
  • Leticia Martins do Couto Universidade da Amazônia
  • Layla Gabriele Silva do Amor Divino Universidade da Amazônia
  • Rafaela Di Paula Sousa de Almeida Universidade da Amazônia
  • Thays Cristiane da Silva do Nascimento Universidade da Amazônia
  • Bruna Rafaela da Silva Souza Universidade da Amazônia

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n9p1073-1083

Palavras-chave:

Epidemiologia, Mortalidade Materna, Saúde da Mulher

Resumo

Introdução: No território brasileiro, a mortalidade materna ainda se mantém abaixo dos parâmetros estabelecidos pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o que apesar dos avanços na saúde nas últimas décadas, ainda há uma persistência de mortes obstétricas de causas diretas e indiretas, principalmente nas regiões mais pobres do país. Neste âmbito, muitos são os fatores relacionados que contribuem para a mortalidade materna, sendo eles orgânicos, psíquicos, sociais e assistenciais, nas quais o pré-natal e a qualidade da assistência são fulcral para a contribuição dessas taxas, principalmente quando se fala das desigualdades regionais no Brasil. Dessa forma, apesar de existir ações para minimizar os índices de óbitos maternos, a sua persistência em grupos específicos ainda revela um cuidado desigual. Objetivos: Descrever e analisar os óbitos maternos no Brasil no período de 2013 a 2023 relacionando-os com as variáveis região e causa do óbito. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico, quantitativo, descritivo e retrospectivo. Utilizando-se a base de dados secundários obtidos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Conclusão: Destarte, as desigualdades regionais e raciais permanecem enraizadas em todo o território brasileiro, evidenciando a necessidade da implementação fidedigna das políticas públicas e ações direcionadas ao cuidado obstétrico de forma individualizada e humanizada.

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Biografia do Autor

Thaina Gomes de Freitas, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Agatha Janaina Monteiro Viana, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Amanda Gaia de Miranda, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Beatriz Hamú Faria

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Bianca Luana Aparecida Ferraz Saraiva, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Everton Rodrigo da Silva Pinto, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Marcela Helena Rocha Oliveira, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Leticia Martins do Couto, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Layla Gabriele Silva do Amor Divino, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Rafaela Di Paula Sousa de Almeida, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Thays Cristiane da Silva do Nascimento, Universidade da Amazônia

Discente de Enfermagem na Universidade da Amazônia

Bruna Rafaela da Silva Souza, Universidade da Amazônia

Docente da Universidade da Amazônia, Doutora em Neurociências e Biologia Celular pela Universidade Federal do Pará, Mestre em Doenças Tropicais pela Universidade Federal do Pará, Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal do Pará

Referências

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Publicado

2025-09-25

Como Citar

Gomes de Freitas, T., Viana, A. J. M., Gaia de Miranda, A., Faria, B. H., Saraiva, B. L. A. F., Pinto, E. R. da S., Oliveira, M. H. R., Martins do Couto, L., Divino, L. G. S. do A., Sousa de Almeida, R. D. P., da Silva do Nascimento, T. C., & Souza, B. R. da S. (2025). Mortalidade Materna no Brasil (2013-2023): Desigualdades Regionais nas Causas Obstétricas. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(9), 1073–1083. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n9p1073-1083