Análise da mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio: um estudo epidemiológico

Autores

  • Roferson Rogério da Silva Fonseca Acadêmico de Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Rebeca da Cruz Prestes Médica pelo Centro Universitário São Lucas
  • Roberto Spadoni Campigotto Médico pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
  • Viviane Santos Vieira Enfermeira formada especialista em Cardiologia e Hemodinâmica pelo Hospital Albert Einstein.
  • Gilson Batista Sousa Junior Acadêmico de Medicina pela Universidade Federal de Goiás
  • Igor Aser Sousa Freitas Acadêmico de Medicina pela Universidade Federal do Maranhão
  • Ana Júlia Ribeiro de Sousa Castro - Acadêmica de Medicina pela Universidade Federal do Piauí
  • Aureo Geraldo Faleiros Filho Médico pela Universidade de Ribeirão Preto-SP

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n4p2511-2520

Palavras-chave:

Epidemiologia, Infarto Agudo do Miocárdio, Mortalidade

Resumo

As doenças cardiovasculares (DCV) mantêm-se como a principal causa de morte no Brasil e no mundo, correspondendo a 32% de todos os óbitos. Não obstante o número de vidas perdidas, cabe ressaltar o grande impacto das DCV em termos de morbidade devido à incapacidade física e laborativa, além do elevado custo financeiro aos sistemas de saúde. Diante disso, o presente estudo tem como objetivo analisar a morbimortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio, no período de 2018 a 2022. Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem documental, através de dados secundários coletados no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. No período analisado, a taxa de mortalidade girou em torno de 4,13 por infarto agudo do miocárdio, no Brasil. Com base nos dados obtidos, pode-se concluir que o Infarto Agudo do Miocárdio é uma condição bastante prevalente no Brasil, especialmente entre homens, sendo que a mortalidade atinge de forma significativa na faixa etária dos 80 anos ou mais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ABDO AHMED, A. A. et al. Public Awareness of and Action towards Heart Attack Symptoms: An Exploratory Study. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 17, n. 23, 1 dez. 2020.

CARVALHO, L. DO C. et al. Síndrome Coronariana Aguda: uma abordagem sobre seu impacto na cardiologia. Research, Society and Development, v. 11, n. 9, p. e8811931676–e8811931676, 3 jul. 2022.

DATASUS – Ministério da Saúde. Disponível em: <https://datasus.saude.gov.br/>. Acesso em: 18 set. 2023.

DE AZEVEDO, J. A. C. Uma visão geral sobre as complicações cardiovasculares associadas à COVID-19: revisão de literatura. Brazilian Journal of Health Review, v. 5, n. 5, p. 19856–19872, 28 set. 2022.

FANG, J. et al. Awareness of Heart Attack Symptoms and Response Among Adults — United States, 2008, 2014, and 2017. MMWR. Morbidity and Mortality Weekly Report, v. 68, n. 5, p. 101–106, 8 fev. 2019.

GUIMARÃES, R. B. et al. Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, p. 1067–1071, 3 jul. 2020.

MAIER, G. DE S. O.; MARTINS, E. A. P. Assistência ao paciente com síndrome coronariana aguda segundo indicadores de qualidade. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 69, n. 4, p. 757–764, ago. 2016.

MEDRONHO, R. Epidemiologia. 2ª edição. São Paulo, 2009.

PESARO, A. E. P. et al. Síndromes coronarianas agudas: tratamento e estratificação de risco. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 20, p. 197–204, 1 jun. 2008.

PINHEIRO, M. DAS G. V. et al. Síndromes coronarianas agudas na ausência de doença arterial coronariana significativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, jan. 2005.

RIBEIRO, K. R. A. et al. Fatores associados a síndrome coronariana aguda e sua prevalência entre os gêneros: revisão integrativa. Rev. enferm. atenção saúde, p. 160–172, 2020.

SANTOS, J. T. D.; CRUZ, J. B. Influência de gênero em sintomas de síndrome coronariana aguda. Enfermagem Brasil, v. 17, n. 2, p. 162, 21 maio 2018.

SILVA, S. H. D.; MORESCO, R. N. Cardiac biomarkers for assessment of acute coronary syndrome [Abstract in English]. Scientia Medica, v. 21, n. 3, p. 132–142, 11 set. 2011.

SOARES, G. P. Análise das Estratégias de Revascularização em Doentes com Infarte Agudo do Miocárdio em Choque Cardiogênico – Resultados do Registro Português de Síndromes Coronárias Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 877–878, maio 2021.

TRONCOSO, L. T. et al. Estudo epidemiológico da incidência do infarto agudo do miocárdio na população brasileira. Cadernos da Medicina - UNIFESO, v. 1, n. 1, 26 abr. 2018.

TSAO, C. W. et al. Heart Disease and Stroke Statistics—2022 Update: A Report From the American Heart Association. Circulation, v. 145, n. 8, 26 jan. 2022.

TULLMANN, D. F.; DRACUP, K. Knowledge of Heart Attack Symptoms in Older Men and Women at Risk for Acute Myocardial Infarction. Journal of Cardiopulmonary Rehabilitation, v. 25, n. 1, p. 33–39, jan. 2005.

Downloads

Publicado

2023-09-23

Como Citar

Fonseca, R. R. da S., da Cruz Prestes, R., Spadoni Campigotto, R., Santos Vieira, V., Batista Sousa Junior, G., Aser Sousa Freitas, I., Ribeiro de Sousa Castro, A. J., & Faleiros Filho, A. G. (2023). Análise da mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio: um estudo epidemiológico. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(4), 2511–2520. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n4p2511-2520

Edição

Seção

Artigo Original