DEPRESSÃO NO IDOSO: UMA REVISÃO DA LITERATURA RECENTE

Autores

  • RYAN RAFAEL BARROS DE MACEDO UNICEPLAC https://orcid.org/0009-0003-3917-581X
  • HUMBERTO PEREIRA ROQUE
  • ITALLO THIAGO SANTOS DE LIRA
  • THALITA DUARTE SOUSA
  • TAINARA PELISÃO
  • NELSON PINTO GOMES https://orcid.org/0009-0000-2549-7402
  • ROBSON GONÇALVES DE OLIVEIRA FILHO
  • NOÉLLIO FURTADO GALVÃO
  • JOÃO MARCOS LIMA
  • LEONARDO WILLIAM LUIZ DE OLIVEIRA LEITE
  • RAFAELA DANIELI BRUSTOLIN
  • PAULO ROGERIO BORGES ROSMANINHO VARANDAS

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n1p679-684

Palavras-chave:

depressão, idoso, geriatria

Resumo

A depressão no idoso representa um desafio significativo na saúde pública, devido à sua alta prevalência e impacto substancial na qualidade de vida dessa população. Este estudo realiza uma revisão da literatura recente sobre o manejo da depressão em idosos, com foco nos avanços terapêuticos, lacunas no tratamento e estratégias inovadoras. A pesquisa foi conduzida na base de dados PubMed, utilizando os descritores "Depression" e "Elderly", e incluiu artigos publicados entre 2019 e 2023.

Os resultados destacam a eficácia da combinação de farmacoterapia com psicoterapia, especialmente em casos moderados a graves. Abordagens como a arteterapia emergem como complementares promissoras, particularmente para pacientes com baixa adesão a terapias convencionais. Contudo, lacunas significativas persistem, incluindo o subtratamento em populações vulneráveis e a limitada validação de intervenções alternativas por meio de estudos robustos.

Fatores biológicos, como alterações nas redes de recompensa e processos inflamatórios, são determinantes para a heterogeneidade clínica e a resistência ao tratamento na depressão tardia. Esses achados reforçam a necessidade de estratégias terapêuticas personalizadas e integradas, que combinem manejo biológico e psicossocial.

Embora os avanços apontem para melhorias na abordagem da depressão em idosos, o estudo conclui que são necessários mais ensaios clínicos controlados e metodologicamente rigorosos para consolidar as evidências e ampliar o acesso a tratamentos eficazes. Investimentos em pesquisa e políticas de saúde pública são cruciais para a promoção da qualidade de vida e do bem-estar dos idosos com depressão.

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Referências

ALEXOPOULOS, G. S. Mechanisms and treatment of late-life depression. Translational Psychiatry, v. 9, n. 1, p. 188, 5 ago. 2019.

CIASCA, E. C. et al. Art therapy as an adjuvant treatment for depression in elderly women: a randomized controlled trial. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 40, n. 3, p. 256–263, 1 fev. 2018.

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Publicado

2025-01-15

Como Citar

BARROS DE MACEDO, R. R., PEREIRA ROQUE, H., SANTOS DE LIRA, I. T., DUARTE SOUSA, T., PELISÃO, T., PINTO GOMES, N., GONÇALVES DE OLIVEIRA FILHO, R., FURTADO GALVÃO, N., LIMA, J. M., DE OLIVEIRA LEITE, L. W. L., BRUSTOLIN, R. D., & BORGES ROSMANINHO VARANDAS, P. R. (2025). DEPRESSÃO NO IDOSO: UMA REVISÃO DA LITERATURA RECENTE. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(1), 679–684. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n1p679-684