Tratamento Farmacológico e Psicológico na Esquizofrenia

Autores

  • Pedro Augusto Barbosa Silva Universidade Federal de Jataí - UFJ https://orcid.org/0000-0002-7231-0388
  • Deivid Dantas Secundino Universidade Federal do Amazonas
  • Elaíne Apolinário dos Santos Universidade Federal do Cariri
  • Rodrigo Nascimento Elsing Centro Universitário de Brasília -CEUB
  • Renan Vasconcelos da Ponte Centro Universitário Christus- UNICHRISTUS https://orcid.org/0009-0002-0576-3122
  • Welerson Velasques da Silva Uninorte Centro Unidade 06- Manaus-Am
  • Maria Eduarda Soares Moreira Faculdade Pitágoras de Medicina de Eunápolis https://orcid.org/0009-0008-7064-1766
  • Daniel Wesley Teodoro Santos Egresso no Centro Universitário Estácio do Pantanal – FAPAN https://orcid.org/0009-0006-0315-4234
  • Kelly Simone de Melo Silva Palankof UNIFACOL
  • Isadora Lamarque Dal'Lago Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
  • Gabriela Matuzita Faculdade de Medicina de Jundiaí - FMJ
  • Leonardo da Silva Moreno Centro Universitário Católica do Rio Grande do Norte https://orcid.org/0009-0006-2388-9545

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2575-2582

Palavras-chave:

Tratamento, Farmacológico, Psicológico, Esquizofrenia

Resumo

Introdução: A esquizofrenia é um transtorno mental, geralmente, relacionado a um grave prejuízo funcional crônico. Essa condição é caracterizada por um conjunto de manifestações clínicas, incluindo sintomas nativos, como retraimento emocional e afeto embotado, sintomas positivos, como delírios e alucinações, e psicopatológicos gerais, como ansiedade e depressão. O uso de fármacos e psicoterapia tem se mostrado com bons resultados no alívio dos sintomas da doença. Objetivo: Analisar a importância do tratamento farmacológico e da psicoterapia no tratamento da esquizofrenia. Método: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando a base de dados da Medline. Os descritores que foram utilizados são:"esquizofrenia" "tratamento" "farmacologico" "psicologico". Foram encontrados 44 artigos, sendo eles submetidos aos critérios de seleção. Os critérios de inclusão foram artigos disponibilizados na íntegra e que se relacionavam à proposta estudada. Os critérios de exclusão foram artigos disponibilizados na forma de resumo, relatos de casos e artigos que não se relacionam à temática. Resultados e Discussão: O tratamento farmacológico objetiva, inicialmente, o controle dos sintomas psicóticos. O medicamento de escolha é um bloqueador dos receptores de dopamina 2. A principal escolha são os antipsicóticos atípicos, pois além de reduzir os sintomas psicóticos, apresentam menos efeitos colaterais quando se comparado aos de primeira geração. O tratamento psicológico apresenta efeito benéfico na saúde psicológica e melhora da qualidade de vida nos pacientes com essa condição. A terapia cognitivo comportamental também apresenta certo benefício como medida preventiva dessa condição, ao reduzir aspectos estressores. Alguns fármacos e medidas psicológicas auxiliam também no tratamento da esquizofrenia concomitante ao uso de substâncias. Conclusão: Nessa perspectiva, evidencia-se a importância dessas medidas terapêuticas no tratamento dessa doença.

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Referências

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Publicado

2024-12-23

Como Citar

Barbosa Silva, P. A., Secundino, D. D., Santos, E. A. dos, Elsing, R. N., Ponte, R. V. da, Silva, W. V. da, Moreira, M. E. S., Santos, D. W. T., Palankof, K. S. de M. S., Dal’Lago, I. L., Matuzita , G., & Moreno, L. da S. (2024). Tratamento Farmacológico e Psicológico na Esquizofrenia. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(12), 2575–2582. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2575-2582