ANÁLISE QUANTITATIVA DOS SINTOMAS DE DEPRESSÃO NO PÚBLICO IDOSO DOMICILIADO

Autores

  • Wolney Barros Leal Faculdade Paraíso de Araripina
  • Alerrandro Victor Silva Souza Faculdade Paraíso de Araripina
  • Daniel Bezerra Lenzzi Faculdade Paraíso de Araripina
  • Paula Roberta Fernandes Bulhôes Faculdade Paraíso de Araripina
  • Roberth Pierson Moura e Silva Junior Faculdade Paraíso de Araripina
  • Andrya Lorrany dos Santos Leondas Faculdade Paraíso de Araripina
  • Luana Lucena de Araújo Faculdade Paraíso de Araripina
  • Keyla Aparecida Alves de Sá Carneiro Melo Faculdade Paraíso de Araripina
  • Clara Luiza Alencar Mesquita Faculdade Paraíso de Araripina
  • Natália Ferraz Araruna Faculdade Paraíso de Araripina
  • Amanda Ferraz Araruna Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba
  • Sarah Mourão de Sá Faculdade Paraíso de Araripina

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2255-2269

Palavras-chave:

Depressão; pessoa idosa; vulnerabilidade familiar.

Resumo

Introdução: A depressão é um transtorno mental frequente, que altera o estado de humor do indivíduo, com predomínio da tristeza, e atrapalha a vida cotidiana do indivíduo. O presente estudo tem por objetivo identificar o estado de saúde mental e o nível de vulnerabilidade familiar das pessoas idosas domiciliadas ou acamadas na microárea da Estratégia de Saúde da Família Alto da Boa Vista 2 (ESF-ABV2), no município de Araripina-PE. Metodologia: Optou-se por uma pesquisa qualitativa e quantitativa, com aplicação de duas escalas validadas em território nacional, a Escala de Depressão Geriátrica Reduzida (EDG-15) e a Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi (ERF-CS). Foi realizado uma revisão literária sistemática onde foram selecionados periódicos publicados entre 2014 a 2024 utilizando-se de pesquisas feitas nas principais bases de dados, sendo elas Scielo, BVS, Google Acadêmico. Discussão: Após análise dos resultados, observou-se altos índices de sintomas de depressão, além da presença de risco familiar em grande parte das famílias, e comprovou-se a suscetibilidade da pessoa idosa em apresentar sintomas depressivos a partir do isolamento social, devido ao estado domiciliado ou acamado e devido a outras condições sociais em que a ERF-CS contempla, como saneamento básico, desemprego e analfabetismo. Conclusão: De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que a assistência em saúde mental da pessoa idosa é ausente e, por isso, necessita de intervenção.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ALMEIDA, Osvaldo P.; ALMEIDA, Shirley A. Confiabilidade da versão brasileira da Escala de Depressão em Geriatria (GDS) versão reduzida. Arq.Neuropsiq.,1999.Disponível:https://www.scielo.br/j/anp/a/Bdpjn6hWZz45Cb mLQTt95pw/?lang= pt. Acesso em 31maio 2023.

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION – APA. Manual diagnóstico eestatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed, 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. 5ª ed. 1ª reimpr. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2020. 60 p. Disponívelem:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/23aúde23ações/caderneta_saude_pessoa_idosa_5e d_1re.pdf. Acesso em: 31 maio 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno Humaniza SUS: Saúde Mental/Volume 5. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015. 548 p. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_mental_volume_5.pdf. Acesso em 31 maio 2023.

BRESOLINI DSR. Et al. A visita domiciliar como prática de ação integral à saúde da criança e do adolescente. Ver Med Minas Gerais, 2017. 27(3):25-32.Disponívelem:https://pdfs.semanticscholar.org/203c/239b0760adc470b57b2d9a21af189165bea b.pdf. Acesso em 08 jun 2023.

COELHO FLG, Savassi LCM. Aplicação de escala de risco familiar como instrumento de organização das visitas domiciliares. Revista Brasileira deMedicina da Família e Comunidade. Vol. 1, número 2, p.19- 26, dez, 2012.

FREITAS, E. V.; PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.

LEITE, TSM. Et al. Prevalência e fatores associados à depressão em idosos: um estudo transversal. Medicina. 2020; 53(3): 23-31. Disponível em:

https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/165929. Acesso em: 18 mai. 2023.

Nakata PT, Koltermann LI, Vargas KR, Moreira PW, Duarte ERM, Rosset-Cruz I. Classificação de risco familiar em uma unidade de saúde da família. Rev Latino Am Enferm. 2013; 21(5)

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE – OMS. Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde. Genebra: OMS; 2015.

PARADELA, E.M.P. et al. Validação da Escala de Depressão Geriátrica em um Ambulatório Geral. Saúde Pública, 39(6), pp. 918-923, 2005. Disponívelem:https://www.scielo.br/j/rsp/a/6MjfJNz8XMPj9KgzqJZM8Km/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 31 maio 2023.

SILVA, E.R. et al. Prevalência e fatores associados à depressão entre idosos institucionalizados: subsídio ao cuidado de enfermagem. Ver Esc Enferm. USP, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v46n6/15.pdf. Acesso: 20 maio 2023.

Downloads

Publicado

2024-12-19

Como Citar

Barros Leal, W., Silva Souza, A. V., Bezerra Lenzzi, D., Roberta Fernandes Bulhôes, P., Moura e Silva Junior, R. P., Lorrany dos Santos Leondas, A., Lucena de Araújo, L., Alves de Sá Carneiro Melo, K. A., Alencar Mesquita, C. L., Ferraz Araruna, N., Ferraz Araruna, A., & Mourão de Sá, S. (2024). ANÁLISE QUANTITATIVA DOS SINTOMAS DE DEPRESSÃO NO PÚBLICO IDOSO DOMICILIADO. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(12), 2255–2269. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n12p2255-2269