Perfil epidemiológico câncer de colo uterino no Brasil e em suas regiões no período de 2018 e 2022

Autores

  • Igor Aser Sousa Freitas Universidade Federal do Maranhão.
  • Amanda Farias Caiaffo Cavalcante Faculdades Nova Esperança (FAMENE).
  • Fernando Antônio Fernandes de Melo Júnior Hospital Universitário Júlio Bandeira (HUJB)
  • Danilo Cândido Bulgo Universidade de Franca (UNIFRAN).
  • Fernando Cesar de Sousa Filho Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia.
  • Giovana Pereira de Sousa Universidade de Uberaba (UNIUBE).
  • Gabriela Ribeiro de Lara Universidade de Cuiabá (UNIC).
  • Maria Clara Rodrigues Moura Universidade de Cuiabá (UNIC).
  • Karyna Santana do Nascimento Universidade de Cuiabá (UNIC).
  • Juliana Gervasi Heidgger Ferreira Universidade Positivo

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n4p1710-1719

Palavras-chave:

Brasil, Epidemiologia, Neoplasias do Colo do Útero

Resumo

O câncer de colo do útero é a quarta neoplasia maligna mais frequente em mulheres, com incidência mundial estimada de 595.414 casos novos e mortalidade de 311.365 mulheres em 2018. Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem documental, através de dados secundários coletados no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Em suma, pode-se resumir que o perfil da população pediátrica mais afetada foram mulheres entre 40 e 49 anos, da região Sudeste e de etnia parda, e o ano de maior acometimento foi 2022. Com isso, é possível apontar as internações hospitalares por Neoplasia Maligna do Colo do Útero, nas brasileiras, como um problema de saúde pública que merece a atenção do governo e da sociedade brasileira em geral.

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Publicado

2023-09-12

Como Citar

Freitas, I. A. S., Cavalcante, A. F. C., Melo Júnior, F. A. F. de, Bulgo, D. C., Sousa Filho, F. C. de, Sousa, G. P. de, Lara, G. R. de, Moura, M. C. R., Nascimento, K. . S. do, & Ferreira, J. G. H. (2023). Perfil epidemiológico câncer de colo uterino no Brasil e em suas regiões no período de 2018 e 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 5(4), 1710–1719. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n4p1710-1719

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Artigo Original