ESTUDO DO PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DOS BEBÊS NASCIDOS COM FENDAS EM GÓIAS DURANTE O PERÍODO DE 2010 A 2022

Autores

  • Alyne Vasconcelos de Oliveira Faculdade Santa Rita de Cássia – IFASC
  • Manoela de Menezes Gomes Universidade Franciscana – UFN
  • Guilherme Nascimento Pereira Universidade Franciscana – UFN
  • Gabriela Hernandez Dumani Universidade Franciscana – UFN
  • Evellyn de Cássia Martins Rodrigues Universidade Federal do Pará – UFPA
  • Willian Cassiano da Silva Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas – UNCISAL
  • Victor Fernando Bogado Arguello Universidade Federal de São João Del-Rei – UFSJ
  • Felipe Souza Guimarães Universidade Federal de São João Del-Rei – UFSJ
  • Débora Santos Câmara de Souza Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – FCMS-JF
  • Gabriel Pereira da Silva de Mattos Centro Universitário Maria Milza – UNIMAM
  • Vinícius Augusto Alves da Silva Universidade Católica de Brasília – UCB
  • Diogo Tissot Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR
  • Geedson da Silva Pereira Faculdade Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão – UNIFACEMA
  • Pedro Alves de Andrade Universidade Salvador – Unifacs

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p3110-3124

Palavras-chave:

Fenda Labial; Fenda Palatina; Patologia; Anormalidade Maxilofacial; Epidemiologia.

Resumo

Fendas labiopalatinas frequentemente ocorrem como deformações congênitas na área da região craniofacial, resultantes de múltiplos fatores etiológicos, incluindo genéticos, ambientais, sindrômicos ou isolados. O artigo tem como propósito analisar o panorama epidemiológico dos recém-nascidos com variados tipos de fissuras labiais ou palatinas no estado de Goiás, no período de 2010 a 2022. Foi conduzido um estudo epidemiográfico descritivo retrospectivo utilizando dados do aplicativo TABNET (DATASUS), referente aos nascidos vivos em Goiás com fissuras labiais e/ou palatinas durante esse período. Foram registrados 768 nascimentos com fissuras orofaciais, predominando em Goiânia. Entre as características observadas, destacam-se a incidência de gestações únicas, frequentemente seguidas de partos por cesárea, especialmente entre mães de etnia parda e prevalência de fenda palatina. Entender o panorama epidemiológico dos recém-nascidos com fissuras é fundamental para planejar medidas de prevenção e de promoção a saúde de maneira eficaz, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dessa população.  

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Ferreira AFA et al. Relação entre tabagismo materno e fenda orofacial: uma revisão de literatura. Revista Foco, [S. l.], v. 16, n. 10, p. e3237, 2023. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v16n10-207.

Lima LSS, Batista TF, Circuncisão JS. Barreiras na amamentação do lactente com fenda lábio-palatina: revisão integrativa. Repositório Institucional – Escola Bahiana de Medicina, [S. l.], 2023.

Tavares CT, Silva, SMR. Atuação do Cirurgião-Dentista no tratamento de fissuras lábio-palatais. Instituto Metropolitano de Educação e Cultura LTDA, F.A.M.A., Anápolis, 2023.

Cunha, GFM, Mondini CCSD, Almeida RJ, Bom GC. A descoberta pré-natal da fissura labiopalatina do bebê: principais dúvidas das gestantes. Revista Enfermagem UERJ, v. 27, e34127, 2019. https://doi.org/10.12957/reuerj.2019.34127.

Neville BW et al. Patologia oral e maxilofacial. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

Barros EB et al. Nascidos vivos com fenda palatina e labial: estudo epidemiológico. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 5, p. 3789-3800, 2023. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p3789-3800.

Andrade AF et al. Análise epidemiológica de fissuras labiopalatinas em recém-nascidos no Brasil. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 4, 2021. https://doi.org/10.34119/bjhrv4n4-277.

Alves ACS. Aspectos gerais das fissuras labiopalatinas: Uma revisão de literatura. Repositório Institucional UFSC, Florianópolis-SC, 2023.

Schonardie MS, Ribas LP, Wagner GP, Cardoso MCAF. Relação entre o desenvolvimento infantil e as fissuras labiopalatinas. Distúrbios da Comunicação, v. 33, n. 1, mar. 2021. https://doi.org/10.23925/2176-2724.2021v33i1p40-48.

Antunes CE, Orrutéa JFG, Brizola FM, Paris GF. Influência das características sociodemográficas nos nascidos vivos com fenda labial e/ou palatina. Revista Saúde & Ciência online, v. 10, n. 2, p. 45-63, 2021. https://doi.org/10.35572/rsc.v10i2.480.

Matos FGOA, Santos KJJ, Baltazar MMM, Fernades CAM, Marques AFJ, Luz MS. Perfil epidemiológico das fissuras labiopalatais de crianças atendidas em um centro de referência paraense. Rev. Enferm. UFSM – REUFSM, [S. l.], v. 10, p. e28, 2020. https://doi.org/10.5902/2179769238654.

Figueiredo CJR, Vasconcelos WKS, Maciel SSSV, Maciel WV, Gondim LAM, Tassitano RM. Prevalência de fissuras orais no Estado do Rio Grande do Norte, Brasil, entre 2000 e 2005. Revista Paulista de Pediatria, v. 29, n. 1, 2011. https://doi.org/10.1590/S0103-05822011000100005.

Dantas PO. Fissuras de lábio e palato: uma revisão sobre os centros de atendimento em Goiás. Faculdade Araguaia Ciências Biológicas, Goiânia, p. 27, 2017.

Sirtoli DB, Gama PG, Mota N. Sistema de Informação Sobre Nascidos Vivos (SINASC): Uma Fonte de Dados Sobre Anomalias Congênitas nos Recém-nascidos do Munícipio de Gurupi-Tocantins. Revista Científica do ITPAC, v. 10, n. 2, 2017.

Aguiar TS et al. Perfil epidemiológico da meningite no Brasil, com base nos dados provenientes do DataSUS nos anos de 2020 e 2021. Research, Society and Development, v. 11, n. 3, 2022. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i3.27016.

Brasil. Ministério da Saúde. DATASUS. Informações de Saúde - TabNet.

Shibukawa BMC, Higarashi IH, Oliveira RR. Fatores associados à presença de fissura labial e/ou fenda palatina em recém-nascidos brasileiros. Rev. Bras. Saúde Mater. Infant., v. 19, n. 4, 2019. https://doi.org/10.1590/1806-93042019000400012.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico. Panorama do Censo Brasileiro de 2022.

Senado Federal. Plenário aprova cirurgia de lábio leporino pelo SUS. Senado notícias, 2023.

Downloads

Publicado

2024-07-30

Como Citar

Oliveira , A. V. de, Gomes , M. de M., Pereira , G. N., Dumani , G. H., Rodrigues , E. de C. M., Silva , W. C. da, Arguello , V. F. B., Guimarães , F. S., Souza , D. S. C. de, Mattos , G. P. da S. de, Silva , V. A. A. da, Tissot , D., Pereira , G. da S., & Andrade, P. A. de. (2024). ESTUDO DO PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DOS BEBÊS NASCIDOS COM FENDAS EM GÓIAS DURANTE O PERÍODO DE 2010 A 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(7), 3110–3124. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p3110-3124