TRATAMENTO AGUDO DA TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR PEDIÁTRICA REFRATÁRIA E INSTÁVEL

Autores

  • Maria Eduarda Bezerra do Nascimento Centro Universitário Fametro Graduanda em Enfermagem
  • Diego Tomas de Almeida Centro Universitário Fametro Graduando em Enfermagem
  • Ana Clara Corrêa Assem Centro Universitário Fametro Graduanda em Enfermagem
  • Emily Suelle Silva Mangueira de Assis Graduanda em Enfermagem Centro Universitário Fametro
  • Letícia Fernandes Azevedo Graduanda em Enfermagem Centro Universitário Fametro
  • Josimar Melgueiro Gonçalves Graduanda em Enfermagem
  • Jaine de Andrade do Nascimento Graduação em Ciências Biológicas- Centro Universitário do Distrito Federal- UDF
  • Cicero Willamy Rodrigues de Sousa Acadêmico de Fisioterapia Centro Universitário Paraíso em Juazeiro do Norte Ceará
  • Alyne Maria Lima Freire Fisioterapeuta Faculdade Pitágoras São Luís Maranhão
  • Luísa do Valle Callegario Graduanda em Medicina Universidade Iguaçu (UNIG)
  • Andre Paschoa Graduando em Enfermagem Faculdade Souza Marques
  • Damarys Natália da Silva Negreiro Graduanda em Enfermagem Centro Univrsitário Fametro

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n6p604-612

Palavras-chave:

Arritmias Cardíacas, Pediatria, Morte Súbita

Resumo

INTRODUÇÃO: As arritmias cardíacas geralmente são causadas por alterações no sistema de condução elétrica do coração, cardiopatias congênitas ou danos cirúrgicos no sistema de condução. Tais eventos variam de bradiarritmias a taquiarritmias e podem causar danos graves em crianças. MÉTODOS: Este estudo é uma revisão narrativa sobre classificação e tratamento de arritmias em crianças. Foram selecionados 13 artigos nas bases de dados: PubMed, Scielo e Google Acadêmico. RESULTADO: Os artigos selecionados foram listados conforme ano de publicação e metodologia. DISCUSSÃO: O primeiro passo no manejo da arritmia é o diagnóstico. Uma vez conseguido isso, a abordagem depende de muitos fatores, incluindo a probabilidade de recorrência, o efeito hemodinâmico e o efeito da arritmia na criança. A avaliação e estratificação não invasiva devem ser divididas em pacientes sem cardiopatia e pacientes com cardiopatia congênita, e o tratamento deve ser baseado nessas condições. CONCLUSÕES. Medicamentos como amiodarona, digoxina, bloqueadores dos canais de cálcio, manobras vaginais e cardioversão elétrica devem ser utilizados após identificação do tipo de arritmia para reduzir a morbimortalidade em crianças com essa doença.

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Publicado

2024-06-07

Como Citar

Nascimento , M. E. B. do, Almeida , D. T. de, Assem, A. C. C., Assis , E. S. S. M. de, Azevedo, L. F., Gonçalves, J. M., Nascimento , J. de A. do, Sousa, C. W. R. de, Freire , A. M. L., Callegario , L. do V., Paschoa , A., & Negreiro , D. N. da S. (2024). TRATAMENTO AGUDO DA TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR PEDIÁTRICA REFRATÁRIA E INSTÁVEL. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(6), 604–612. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n6p604-612