AVALIAÇÃO DE NOVOS CASOS DE DENGUE NO SUDESTE ENTRE 2016 E 2024 UM ESTUDO ECOLÓGICO.

Autores

  • Daniel Batista Monte Alto do Vale Lordão Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Robson Salaroli Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Luciano Alves da Silva Graduando em Medicina pela Faculdade Multivix Vitória
  • Róger Richelle Bordone de Sá Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Nívea Carolina Soares Silva Medina Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Cynthia Vitoriano Souto Bispo Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Sophia Roberto Cezário Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Luiz Felismino Meira Graduando em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga
  • Isabela Agustini Andrade Graduanda em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga
  • João Pedro Gonçalves de Oliveira Graduando em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga
  • Hemilly Costa dias Graduanda em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga
  • Lucas Costa Santos Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n5p1534-1548

Palavras-chave:

Aedes aegypti; Endemia; Sudeste; Saúde pública.

Resumo

A dengue é uma doença infecciosa causada pelo vírus do gênero Flavivirus, transmitida principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, afetando diversos sistemas do corpo humano. Esta enfermidade representa um desafio significativo de saúde pública em várias partes do mundo, especialmente em regiões de clima tropical e subtropical. Este estudo busca analisar a incidência de novos casos de dengue nos estados da região Sudeste do Brasil, durante o período de 2016 ao primeiro quadrimestre de 2024. Para isso, são utilizados dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) para a tabulação e análise do comportamento da doença na região. A análise não se restringe apenas ao número absoluto de casos, mas também inclui a taxa de incidência e prevalência por 100.000 habitantes, permitindo uma comparação mais precisa entre os estados avaliados: Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Assim, este trabalho visa compreender a distribuição geográfica e temporal da dengue na região Nordeste durante o período avaliado, bem como identificar possíveis fatores associados ao aumento ou diminuição dos casos.

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Referências

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Publicado

2024-05-21

Como Citar

Lordão, D. B. M. A. do V., Salaroli, R., Silva, L. A. da, Sá , R. R. B. de, Medina , N. C. S. S., Bispo, C. V. S., Cezário, S. R., Meira, L. F., Andrade, I. A., Oliveira, J. P. G. de, dias, H. C., & Santos, L. C. (2024). AVALIAÇÃO DE NOVOS CASOS DE DENGUE NO SUDESTE ENTRE 2016 E 2024 UM ESTUDO ECOLÓGICO. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(5), 1534–1548. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n5p1534-1548