EVOLUÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE LEISHMANIOSE VISCERAL NO SUDESTE, 2018 A 2022.

Autores

  • Glauber Pablo Soriano de Carvalho Filho Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Robson Salaroli Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Bruno Freitas Vigorito Enfermeiro pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Róger Richelle Bordone de Sá Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Fernanda Campolina Alves Silva Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Pedro Henrique Santana Duda Benedicto Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Marcos Flávio Spínola Ambrósio Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Lívia Deziré Martins Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Letícia Deziré Martins Graduanda em Medicina pela Universidade de Uberaba – UNIUBE
  • Lorena Louise Botelho de Aguiar Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Beatriz Montezano Oliveira Agostini Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Thaís Caroline Botelho de Aguiar Graduanda em Medicina pelo Centro Superior de Estudos de Manhuaçu LTDA – UNIFACIG

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n5p1187-1200

Palavras-chave:

Leishmania; Endemia; Sudeste; Saúde pública.

Resumo

A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa causada pelo protozoário do gênero Leishmania, afetando principalmente órgãos internos como o fígado, baço e medula óssea. Esta enfermidade representa um desafio significativo de saúde pública em várias partes do mundo, especialmente em regiões de clima tropical e subtropical. Este estudo busca analisar a incidência de novos casos de leishmaniose visceral nos estados da região Sudeste do Brasil, durante o período de 2015 a 2022. Para isso, são utilizados dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) para a tabulação e análise do comportamento da doença na região. A análise não se restringe apenas ao número absoluto de casos, mas também inclui a taxa de incidência e prevalência por 100.000 habitantes, permitindo uma comparação mais precisa entre os estados avaliados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Além disso, são exploradas características sociodemográficas dos pacientes, como idade e raça/etnia, visando identificar grupos de maior vulnerabilidade à doença. Assim, este trabalho visa compreender a distribuição geográfica e temporal da leishmaniose visceral na região Sudeste durante o período avaliado, bem como identificar possíveis fatores associados ao aumento ou diminuição dos casos.

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Referências

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Publicado

2024-05-16

Como Citar

Filho, G. P. S. de C., Salaroli, R., Vigorito, B. F., Sá, R. R. B. de, Silva, F. C. A., Benedicto, P. H. S. D., Ambrósio , M. F. S., Martins , L. D., Martins, L. D., Aguiar , L. L. B. de, Agostini , B. M. O., & Aguiar, T. C. B. de. (2024). EVOLUÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE LEISHMANIOSE VISCERAL NO SUDESTE, 2018 A 2022. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(5), 1187–1200. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n5p1187-1200