Incidência de novos casos de hanseníase na região Sudeste (2018-2023): Um estudo ecológico

Autores

  • Robson Salaroli Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Marcos Flávio Spínola Ambrósio Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC
  • Daniel Batista Monte Alto do Vale Lordão Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Lorena Louise Botelho de Aguiar Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Thais Caroline Botelho de Aguiar Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário UNIFACIG
  • Fernanda Campolina Alves Silva Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Glauber Pablo Soriano de Carvalho Filho Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga - UNEC
  • Beatriz Montezano Oliveira Agostini Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga - UNEC
  • Leonardo Ricardo Soares Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Lívia Deziré Martins Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga – UNEC
  • Letícia Deziré Martins Graduanda em Medicina pela Universidade de Uberaba
  • Larissa Pereira Rezende Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Caratinga - UNEC

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n4p1752-1765

Palavras-chave:

Mycobacterium leprae; Endemia; Sudeste; Saúde pública.

Resumo

A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela afeta principalmente a pele, os nervos periféricos, as mucosas das vias aéreas superiores e os olhos. A hanseníase é uma das doenças mais antigas da humanidade e, apesar dos avanços no seu tratamento, ainda representa um desafio de saúde pública em várias partes do mundo, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. Este estudo ecológico busca analisar a incidência de novos casos da doença nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, durante entre os anos de 2018 a 2023. Para tal, utilizaram-se dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) para tabulação e analise do comportamento da doença na região. A análise abrangerá não apenas o número absoluto de casos, mas também taxa de incidência e prevalência por 100.000 habitantes, permitindo uma comparação mais precisa entre os estados analisados. Além disso, serão exploradas características sociodemográficas dos pacientes, como idade e  raça/etnia, a fim de identificar grupos de maior vulnerabilidade à doença. Desse modo,  este trabalho visa compreender a distribuição geográfica e temporal da hanseníase na região Sudeste no período avaliado, bem como identificar possíveis fatores associados ao aumento ou diminuição dos casos.

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Publicado

2024-04-18

Como Citar

Salaroli, R., Ambrósio , M. F. S., Lordão, D. B. M. A. do V., Aguiar , L. L. B. de, Aguiar , T. C. B. de, Silva , F. C. A., Filho , G. P. S. de C., Agostini , B. M. O., Soares , L. R., Martins , L. D., Martins , L. D., & Rezende , L. P. (2024). Incidência de novos casos de hanseníase na região Sudeste (2018-2023): Um estudo ecológico. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(4), 1752–1765. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n4p1752-1765