O PAPEL DA GENÉTICA NA PREDISPOSIÇÃO A DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Autores

  • Renan Italo Rodrigues Dias Mestrando em Educação – IEDA
  • Gisela Correa Lara Graduada em Medicina – UNB
  • Igor Monteiro Meireles Fernandes Graduado em Medicina – UNB.
  • José Ricardo Rodrigues Soares Graduado em Medicina – UNB
  • Barbara Priscila Alves de Souza Graduada em Medicina – UNB
  • Renata Ângela Fonseca da Costa Graduada em Medicina – UNB
  • Bruna Moura Santos Graduada em Medicina – Graduado em Medicina – UNB
  • João Pedro Mendonça Raphael Braz Graduado em Medicina – UNB
  • Carla Andrea Moretto Brito Graduada em Medicina – UNB
  • Umbelina Fernanda Estrela da Silva Graduada em Medicina – UNB
  • Rafaela Ezequiel Leite Graduado em Medicina – UNB
  • Heitor Goes de Araújo Medeiros Graduado em Medicina – UNB.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p2045-2055

Palavras-chave:

Doenças cardiovasculares, Genética, Predisposição genética, Variantes genéticas, Fatores de risco.

Resumo

As doenças cardiovasculares representam uma das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Embora fatores de estilo de vida desempenhem um papel crucial, a predisposição genética também desempenha um papel significativo na suscetibilidade individual a essas doenças. Estudos genéticos identificaram uma série de variantes genéticas associadas ao risco de desenvolver doenças cardiovasculares, incluindo hipertensão, doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral. Essas variantes podem influenciar diversos aspectos, como metabolismo lipídico, regulação da pressão arterial e resposta inflamatória. Compreender essas influências genéticas pode ajudar na prevenção, diagnóstico e tratamento personalizado dessas doenças. No entanto, é importante reconhecer a interação complexa entre fatores genéticos e ambientais na determinação do risco cardiovascular. Além disso, genes envolvidos na resposta inflamatória, na coagulação sanguínea e na função endotelial foram identificados como influências genéticas importantes nas doenças cardiovasculares. Essas variantes genéticas não apenas aumentam o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, mas também podem modular a gravidade e a progressão dessas condições. Compreender essas influências genéticas pode ter importantes implicações clínicas. Por exemplo, a identificação de variantes genéticas específicas pode ajudar na estratificação de risco cardiovascular e na identificação de indivíduos com maior probabilidade de se beneficiar de intervenções preventivas, como modificações no estilo de vida ou terapias farmacológicas direcionadas. No entanto, é importante reconhecer que a predisposição genética para doenças cardiovasculares é influenciada por uma interação complexa entre fatores genéticos e ambientais. Portanto, uma abordagem integrada que leve em consideração tanto os fatores genéticos quanto os fatores de estilo de vida são essenciais para uma abordagem eficaz na prevenção e no tratamento dessas doenças.

 

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Publicado

2024-03-22

Como Citar

Dias, R. I. R., Lara, G. C., Fernandes, I. M. M., Soares, J. R. R., Souza, B. P. A. de, Costa, R. Ângela F. da, Santos, B. M., Braz , J. P. M. R., Brito, C. A. M., Silva, U. F. E. da, Leite, R. E., & Medeiros, H. G. de A. (2024). O PAPEL DA GENÉTICA NA PREDISPOSIÇÃO A DOENÇAS CARDIOVASCULARES. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(3), 2045–2055. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p2045-2055

Edição

Seção

Artigo Original