CUIDADOS EM TERAPIA INTENSIVA E DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLOS PARA SEPSE

Autores

  • Fernanda Mayara de Souza Franco Silva Especialista em Pediatria e Neonatologia Universidade Federal do Rio Grande do Norte https://orcid.org/0009-0002-6110-5634
  • Maria Eduarda Bezerra do Nascimento Centro Universitário Fametro Graduanda em Enfermagem https://orcid.org/0009-0009-9720-0562
  • Ashley Caymmi de Albuquerque Laurindo Centro Universitário Brasileiro - UNIBRA, Recife, Pernambuco, Brasil Graduanda em Fisioterapia https://orcid.org/0009-0002-0747-6995
  • José Alef Bezerra Ferreira Centro Universitário de Goiás - UNIGOIÁS Graduado em Enfermagem https://orcid.org/0009-0001-7208-363X
  • Natalia Lima de Lima Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ) Graduada em Enfermagem https://orcid.org/0009-0005-3077-5071
  • Thaís dos Santos Gois Enfermeira Graduada pela Universidade de Salvador- Unifacs Pós-graduanda em Urgência e Emergência e UTI
  • Maria Clara Coelho Ramiro Costa Graduanda de Medicina Universidade de Pernambuco - Garanhuns (UPE)
  • Ana Claudia Rodrigues da Silva Graduada em Enfermagem Universidade do estado de Mato Grosso https://orcid.org/0000-0002-2610-9325
  • Thiago Duarte Martins Graduando de Enfermagem Faculdade Ciências da Vida https://orcid.org/0009-0004-6644-7507
  • Vinícius Couto de Albuquerque Melo Médico Graduado pelo Centro Universitário Tiradentes (UNIT-AL)
  • Roza Emanuelly da Silva Zaparoli Gonçalves Universidade Nilton Lins - Manaus - AM Graduando em Medicina https://orcid.org/0009-0000-0972-6498
  • Miguel Onofre de Souza Fogaça Gusmão Affonso Universidade Nilton Lins - Manaus - AM Graduando em Medicina

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p1563-1573

Palavras-chave:

Unidade de Terapia Intesiva, Protocolo de Sepse, Urgência e Emergência

Resumo

 

O objetivo deste estudo foi caracterizar e caracterizar os fatores de risco para sepse, como a equipe atua preventivamente na unidade de terapia intensiva. Por esta razão a revisão bibliográfica narrativa de natureza qualitativa: Bases de dados MEDLINE, LILACS, SciELO, CAPES, BVS e EBSCO. Obviamente, os fatores predisponentes incluem idade avançada, sexo, comorbidades, internações hospitalares mais longas e uso de procedimentos ou equipamentos invasivos. Os profissionais de saúde devem estar cientes disso para implementar planos eficazes de cuidados de prevenção de doenças. Esses profissionais podem contribuir significativamente para a redução das taxas de morbidade e mortalidade, principalmente por meio de medidas específicas e simples de prevenção de infecções associadas ao sistema.

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Publicado

2024-03-19

Como Citar

Silva , F. M. de S. F., Nascimento , M. E. B. do, Laurindo , A. C. de A., Ferreira , J. A. B., Lima , N. L. de, Gois , T. dos S., Costa , M. C. C. R., Silva, A. C. R. da, Martins , T. D., Melo , V. C. de A., Gonçalves , R. E. da S. Z., & Affonso , M. O. de S. F. G. (2024). CUIDADOS EM TERAPIA INTENSIVA E DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLOS PARA SEPSE. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(3), 1563–1573. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p1563-1573

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