ABORDAGEM NA EMERGÊNCIA OBSTÉTRICA E SEUS FATORES CLÍNICOS COM EVIDÊNCIAS EM VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: REVISÃO DE LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n2p155-172Palavras-chave:
Violência Obstétrica. Casos Clínicos.Parto. EmergênciaResumo
A violência obstetrícia é um importante problema de saúde pública e também entra como uma abordagem dentro das grandes emergências obstétricas. É definida como ações voltadas à saúde sexual e reprodutiva das meninas por profissionais que atuam no setor saúde ou nos serviços de saúde. O objetivo deste estudo foi analisar as consequências da violência obstetrícia na vida de puérperas menores de um ano. Trata-se de um estudo qualitativo, básico, descritivo analítico, realizado em um município do interior do estado da Bahia. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 8 meninas que deram à luz no período de um ano e estavam em tratamento em uma unidade básica de saúde. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo temática. Após análise Os resultados evidenciaram quatro categorias empíricas: experiências com o pré-natal; Experiência de parto Conscientização e conhecimento sobre violência no parto. consequências da violência obstetrícia na vida das meninas Esses resultados mostram a necessidade de promover estratégias educacionais e discussão sobre o tema da violência obstetrícia com gestantes e profissionais de saúde. Isto se deve à falta de preparação e à violação dos direitos básicos das meninas grávidas. É necessário chamar a atenção para o problema enfatizá-lo não apenas às meninas que sofreram ou poderão sofrer violência durante o parto, mas também promover de alguma forma a humanização do período pré-natal, pré-natal, natal e pós-natal.
Downloads
Referências
ALVARENGA, S. P. et al. Violência obstétrica: como o mito "parirás com dor" afeta a mulher brasileira. Revista eletrônica da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 2, 2016.
ANDRADE, Ursulla Vilella; SANTOS, Juliete Bispo; DUARTE, Caianá. A percepção da gestante sobre a qualidade do atendimento pré-natal em UBS, Campo Grande, MS. Rev. Psicol. Saúde, Campo Grande, v. 11, n. 1, p. 53-61, abr. 2019.
BRANDT, Gabriela Pinheiro et al. Violência obstétrica: a verdadeira dor do parto. Revista Gestão & Saúde, v. 19, n. 1, p. 19-37, 2018.
CARVALHO ANTUNES, M. D. de; MARTINS, W. ATRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM FRENTE A
VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, v. 3, n. 8, p. e381793, 2022. DOI: 10.47820/recima21.v3i8.1793.
CESAR J. A.; SUTILl, A. T.; SANTOS, G. B.; CUNHA, C. F.; MENDONZA-SASSI, R. A.
Assistência pré-natal nos serviços públicos e privados de saúde: estudo transversal de base populacional em Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Cad. Saúde Pública, v. 28, n. 11, nov. 2012.
CONCEIÇÃO, R. G. S da; SIMÕES, A. V.; RODRIGUES, V. P.; MACHADO, J. C.; PENHA, J. M. N.;BALBINOTE, F. S. Atenção qualificada no pré-natal como prevenção da violência obstétrica: revisão integrativa. Investigação, Sociedade e Desenvolvimento, v. 10, n. 8, p. e34910817505, 2021.
COSTA N. Y.; CORRÊA L. R. S.; PANTOJA G. X.; PENELA A. S.; SANTOS S. F. D.; FRANCOL. M.; ARAUJO N. de O.; de BARROS V. V.; COSTA P. V. D. P.; NOGUEIRA L. M. V. O pré-natal como estratégia de prevenção a violência obstétrica. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 12, n. 12, p. e4929, 31 dez. 2020.
GIBBS, G. Análise de Dados Qualitativos. Tradução: Roberto Cataldo. Porto Alegre: Artmed, 2009.
MELO, Aline da Silva et al. Assistência de enfermagem frente à violência obstétrica: um enfoque nos aspectos físicos e psicológicos. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 10, p.83635-83650, 2020. Disponível em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/19127/15361. Acesso em: 18 maio 2023
SANTIAGO, D. C.; SOUZA W. K. S.; NASCIMENTO, R. F. VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: uma análise
das consequências. RIOS - Revista Científica da Faculdade Sete de Setembro, v. 11, n. 13, 2017. Disponível em: https://www.publicacoes.unirios.edu.br/index.php/revistarios/article/view/459/457 Acesso em: 21 maio. 2023.
SILVA, Meyrenice Cruz et al. Trabalho de parto e nascimento na região rural: violência obstétrica. Revista de Enfermagem da UFPE, v. 12, n. 9, p. 2407-2417, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/234440 HYPERLINK "https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/234440" . Acesso em: 18 maio 2023
a deturpação dos direitos fundamentais das mulheres à luz da constituição federal. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, v. 4, n. 1, p. e453225, 2023.
SOUZA, M. S.; MACHADO, B. A. da S.; MARQUES, V. G. P. da S.; SOUSA, E. O. de; SILVA, R. N. da; SOUSA JÚNIOR, C. P. de; FURTADO, J. L. C.; PAULI, P. J.; ARAUJO, G. B.; SILVA, N. R. da; SILVA, K. de J. S.; CORRÊA, F. C. C.; SILVA, A. D. da; ARAÚJO, S. M.; SILVA, R. P. ASSISTÊNCIA DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: REVISÃO
INTEGRATIVA. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, v. 3, n. 1, p. e311035, 2021. DOI: 10.47820/recima21.v3i1.1035. Disponível em: https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/1035 HYPERLINK "https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/1035". HYPERLINK "https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/1035" Acesso em: 20 maio. 2023.
TESSER, C. D. et al. Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que fazer. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 10, n. 35, p.1-12, 2015. Disponível em: https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1013/716 HYPERLINK "https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1013/716".
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Kevillyn Maria Nava Flores , Rayane Muniz Pessoa , Anne Paula Botelho Goulart, Renata Leão Formiga, Luisa Pandolfi Ermita Amaral , Renato Martins Antunes, Brenda Alexia de Sousa Leal , Leonardo Ferregato de Andrade, Brenda Caroline de Medeiros Rocha, Thamirys Queiroz Macedo, Igor Costa Honorato , Luciana Ferreira dos Santos, Christiane Pinheiro Fagundes Guimarães

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os autores são detentores dos direitos autorais mediante uma licença CCBY 4.0.



