Implantes curtos em região posterior maxilomandibular.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2020v2n12p19-29

Palavras-chave:

Reabsorção óssea., Implantes Longos,, Implantes Curtos

Resumo

Introdução: Instalar um implante na região posterior da maxila e da mandíbula sempre foi muito crítico devido à baixa qualidade óssea e quantidade óssea reduzida, encontradas em vários casos clínicos, devido as reabsorções ósseas.

Objetivos: Este estudo tem como objetivo avaliar na literatura médica vigente alguns casos onde foram instalados implantes curtos em região posterior.

Metodologia: Foi realizado uma varredura nos portais de indexação Google acadêmico, Scielo, Pubmed e livros de autores especialistas na área de implantodontia, portanto a modalidade da pesquisa é bibliográfica tendo um objetivo exploratório, onde foi feita uma revisão de literatura desde as primeiras publicações que abrangem o tema até as pesquisas mais recentes.

Resultados: Foram encontrados mais de 10.000 artigos referentes ao tema e 17 foram escolhidos para servirem como base deste artigo.

Conclusão: Os implantes curtos oferecem uma alternativa de tratamento menos traumática nos casos de pouca altura óssea e limitações anatômicas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Brânemark PI, Hansson BO, Adell R, Breine U, Lindstrom J, Hallen O, and other. osseointegrated implants in the treatment of edentulous jaw. experience from a 10-year period. scand j plast reconstr surg suppl 1977; 16:1–192.

Misch, CE, J. Steigenga, E. Barboza, F. Misch-Dietsh, and LJ Cianciola, “short dental implants in posterior partial edentulism: a multicenter retrospective 6-year case series study, ” journal of periodontology, vol. 77, no. 8, pp. 1340–1347, 2006.

Felice P, Checchi V. Aumento ósseo versus implantes dentários de 5 mm nas mandíbulas atróficas posteriores. Resultados pós-carga de quatro meses a partir de um ensaio clínico controlado randomizado. Eur j oral implantol. 2009; 2: 267- 81.

Cury, PR, Sendyk, WR, Salum, AW. Etiologia de falha de implantes osseointegrados. Revista Brasileira de Odontologia. v.60, n.3, p.192-195, maio/junho. 2003.

Misch, Carl. Implantes dentais: contemporâneos.3. ed. Rio de Janeiro: 0elsevier, 2008.

Coelho R, Andreotti C. Previsibilidade de implantes curtos e extracurtos unitários em mandíbula posterior atrófica: rfo, passo fundo, v. 20, n. 2, p. 258-263, maio/ago. 2015.

Draenert FG, Sagheb K, Baumgardt K, Kämmerer PW. Retrospective analysis of survival rates and marginal bone loss on short implants in the mandible. Clin oral implants res 2012; 23(9):1063-9.

Rettore-Júnior R, Bruno IO, Limonge-Neto CC. Abordagem biomecânica como forma de favorecer e estabelecer o uso de implantes curtos. Impl news. impl news. 2009;6(5):543-9.

Romeo E, Ghisolfi M, Rozza R, Chiapasco M, Lops D. Short (8-mm) dental implants in the rehabilitation of partial and complete edentulism: a 3- to 14-year longitudinal study. int j prosthodont. 2006 nov-dec.

Gentile MA, Chuang SK, Dodson TB. Survival estimates and risk factors for failure with 6 x 5.7-mm implants. Int j oral maxillofac implants. 2005;20(6):930-7. 4.

Dursun E, Keceli HG, Uysal S, Güngör H, Muhtarogullari M, Tözüm TF. Management of limited vertical bone height in the posterior mandible: short dental implants versus nerve lateralization with standard length implants.j craniofacsurg. 2016;27(3):578-85.

Quaranta A, D’isidoro O, Bambini F, Putignano A. Potential bone to implant contact area of short versus standard implants: an in vitro micro-computed tomography analysis. implant dent. 2016;25(1):97-102.

Hadzik J, Krawiec M, Sławecki K, Kunert-Keil C, Dominiak M, Gedrange T. A influência da relação coroa-implante no nível ósseo crestal e estabilidade secundária do implante: estudo clínico de 36 meses. biomed research international . 2018, 2018: 4246874. doi: 10.1155 / 2018/4246874.

GONÇALVES, Ana Roseli de Queiroz et al. Implantes curtos na mandíbula são seguros?. RGO: Revista Gaúcha de Odontologia, v. 57, n. 3, 2009.

Mish. implantología contemporánea. 3° edición. España: Elseiver; 2009.

BARBOZA, Eliane et al. Desempenho clínico dos implantes curtos: um estudo retrospectivo de seis anos. Rev Periodontia, v. 17, n. 4, p. 98-103, 2007.

GALVÃO, Fábio Ferreira de Souza Abbott et al. Previsibilidade de implantes curtos: revisão de literatura. RSBO Revista Sul-Brasileira de Odontologia, v. 8, n. 1, p. 81-88, 2011.

Downloads

Publicado

2020-11-29

Como Citar

Amorim , H. ., & Gomes, C. E. (2020). Implantes curtos em região posterior maxilomandibular. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2(12), 19–29. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2020v2n12p19-29

Edição

Seção

Revisão de Literatura