Análise epidemiológico da vítima de traumatismo intracraniano no macrorregiões brasileiras

Autores

  • Daniela Guimarães Alves da Costa Acadêmica de Enfermagem pela Universidade Paulista (UNIP).
  • Victor de Carvalho Teixeira Silva Acadêmico de Medicina pela Faculdade Brasileira Multivix
  • Cleidiana Alves de Brito Médica pela Faculdade Franz Tamayo
  • Bianca Zaia Acadêmica de Medicina pelo Centro Universitário Campo Real.
  • Letícia Serafini Acadêmico(a) de Medicina pela Universidade CEUMA
  • Rodrigo Miranda Mota Acadêmico(a) de Medicina pela Universidade CEUMA
  • Vitória Caroline Ramos Fonseca Acadêmica de Nutrição pela Faculdade pernambucana de Saúde
  • Eduardo Xavier de Sá bezerra de Menezes Acadêmico de Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas (PB).
  • Karolaine Soares Souza da Hora Acadêmica de Farmácia pelo Centro universitário UNEX.
  • Jamile Mamed Monteiro Rezende Médica pela Universidade do Estado do Amazonas.
  • Matheus Vinícius Silva Fernandes Acadêmico de Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Amanda Tawane do Nascimento Acadêmica de Enfermagem pela Universidade federal de Sergipe.

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p81-90

Palavras-chave:

Epidemiologia, Hospitalização, Traumatismo Cerebrovascular

Resumo

Comparar o número de óbitos e tempo de internamento decorrente de traumatismo intracraniano (TCE) por região brasileira, sexo e faixa etária. Trata-se de um estudo descritivo de corte transversal, com a utilização de informações obtidas no Sistema de Internações do SUS (SIH/SUS), as quais foram publicadas na plataforma DATASUS pelo Ministério da Saúde. Analisou-se um período de 5 anos, entre janeiro de 2018 e dezembro de 2022, nas macrorregiões brasileiras.  No período analisado, foram registradas 511.480 internações por traumatismo cranioencefálico (TCE), no Brasil.  Em relação ao sexo, o sexo masculino foi o que predominou, totalizando 387.664 das internações (75,79%). É importante ressaltar, ainda, que se considerou o caráter de urgência, sem distinção entre o internamento público e privado. Por fim, percebe-se a importância de se desenvolver políticas de conscientização e prevenção primária voltadas, sobretudo, ao público mais jovem, visto que se trata da população mais vulnerável a esse trauma.

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Referências

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Publicado

2024-01-02

Como Citar

Guimarães Alves da Costa, D., de Carvalho Teixeira Silva, V., Alves de Brito , C., Zaia, B., Serafini , L., Miranda Mota, R., Caroline Ramos Fonseca, V., Xavier de Sá bezerra de Menezes, E., Soares Souza da Hora , K., Mamed Monteiro Rezende, J., Vinícius Silva Fernandes, M., & Tawane do Nascimento, A. (2024). Análise epidemiológico da vítima de traumatismo intracraniano no macrorregiões brasileiras. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(1), 81–90. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p81-90

Edição

Seção

Artigo Original